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Sunday, 8 March 2009

Jogos para Peolot no Sabado

Jogos para peolot no sabado
da professora Suzy

ChanukiArt

Tema: Chanuka
Idade: 8 a 10 anos
Material: sucata em geral, cola, tesoura, fita adesiva, velas de Chanuka (pequenas), pedacos (restos) de papel, jornal, revistas, pedacos de isopor, pedacos de panos, palitos de dente, palitos de picole e etc.
Desenvolvimento:
a - Realizar um concurso de Chanukiot, que deve ser dividido em duas etapas e com tempo limitado.
b - O material deve ser dividido em duas grandes caixas que serao entregues aos chanichim, antes, porem, dividi-los em dois grandes grupos e explicar como sera a atividade.
Os chanichim nao poderao ver o conteudo das caixas ate que a mesma seja explicada, pois a partir do momento em que eles as abrirem comecara a correr o tempo em que deverao realizar as Chamukiot.
c - A primeira Chanukia que deverao montar em “x” tempo que os madricim decidirao, devera ser a menor Chanukia, so que deverao utilizar o maior numero possivel de material.
A Segunda que deverao fazer, devera ser a Chanukia mais original, porem, esta devera ser tambem utilizavel, ou seja, original e tambem “verdadeira”. Aqui, tambem o tempo devera ser limitado.
Caso aconteca dos chanichim nao conseguirem terminar as Chanukiot no tempo determinado, se pode acrescentar mais alguns minutos, porem nao muito mais para que a atividade nao se torne cansativa.
Sugestao: Esta mesma atividade podera ser realizada com criancas de 5 a 6 anos, porem, o material utilizado devera ser outro, como por ex: algodao colorido, papel cortado colorido, lantejoulas, caixinhas de remedios, rolos de papel higienico, rolos de papel-toalha e etc.
Se este tipo de atividade e realizada ao mesmo tempo com diversos grupos de chanichim , se pode fazer uma exposicao de todas as Chanukiot depois que todos terminaram, nao esquecendo de identificar quem fez cada uma.


Jogo da Velha 1


Tema: Variado (Chaguim, Historia…).
Idade: Variada (dependendo do nivel de perguntas a serem realizadas).
Material: Varios jogos da velha desenhados em cartolina ou em qualquer outro tipo de papel que possa ser visto por todos os chanichim.
Desenvolvimento: O “cartaz” com o jogo da velha devera ser colocado em algum lugar em que todos possam ver o jogo.
a - Os chanichim deverao ser divididos em dois grupos: um sera a “chala” e o outro sera o “copo de kidush” (os simbolos a serem escolhidos para se jogar poderao ser qualquer um, caso o jogo tenha um tema especifico, entao o ideal e utilizar algum simbolo que possa representar ou identificar o tema referido).
b - O jogo funciona da seguinte maneira: os madrichim deverao inventar uma serie de perguntas (se nao ha um tema especifico, poderao ser feitas perguntas de judaismo em geral), e essas serao lidas em voz alta.
Cada grupo tera direito a uma pergunta de cada vez e devera responder a mesma num tempo que sera determinado, previamente, pelos madrichim. Se o grupo acertar a resposta no tempo certo, este entao podera marcar o seu simbolo no “tabuleiro”.
Caso aconteca do grupo nao saber responder a pergunta ou nao responder no tempo determinado, este perdera a sua vez de colocar o seu simbolo. E assim por diante ate que um dos grupos “feche” o jogo.
Sugestao: Para que este tipo de jogo fique mais interessante, tambem pode se acrescentar pontos, ou seja, cada vez que um grupo ganhar o jogo, este ganhara “X” pontos , e no final de “X” rodadas (que os madrichim definirao e falarao para os chanichim) o grupo que tiver mais pontos sera o vencedor. Tambem ha a possibilidade de mudar as regras do jogo, ou seja, caso aconteca de um grupo nao souber a resposta da pergunta que lhe coube, ou nao conseguir responder no tempo certo, a mesma pergunta sera passada para o outro grupo, se ele souber responder, coloca seu simbolo, caso nao, tambem ele nao podera colocar seu simbolo e uma nova pergunta sera dada para o primeiro grupo, e assim por diante.


Jogo da Velha 2

Tema: Variado
Idade: Variada (dependendo do nivel de perguntas a serem realizadas).
Material: Giz (para desenhar no chao), folhas brancas, canetinhas coloridas, durex ou fita crepe.
Desenolvimento:
a - Separar o grande grupo em dois.
b – Cada grupo devera escolher um simbolo judaico que o representara no tabuleiro. Devera ser entregue para cada grupo 4 folhas brancas para que eles possam desenhar o simbolo que escolheram. Apos, deverao escolher quem devera ser as “pecas” que os representarao e entao colarao neles os simbolos.
c – O jogo tera inicio: os madrichim prepararao uma serie de perguntas numeradas, relativas a qualquer assunto que queiram, especifico ou nao. O grupo escolhera, um de cada vez, um numero qualquer e entao sera lida a pergunta. Para cada pergunta devera haver 3 respostas, que serao escritas em uma folha com o numero atras e cada “peca” devera escolher a resposta que quiser. Apos, devera ler a resposta que tirou em voz alta e o seu grupo devera dizer se a resposta e a correta ou nao. Se a resposta estiver certa e o grupo dizer que sim, esta e a resposta correta, entao eles poderao colocar a “peca” onde quiserem, caso a resposta nao estiver correta e eles disserem que ela nao esta correta, entao deverao dizer qual e a resposta certa e se acertarem, somente entao poderao mexer com a “peca. Caso a resposta esteje certa e eles dizem que nao, perdem a vez e o proximo grupo e que joga, nao com a mesma pergunta. Cabe ao madrich dizer qual a resposta correta. Se a resposta estiver errada e eles nao souberem a resposta certa ou se eles disserem que ela esta certa, acontece o mesmo que no caso anterior.
Sugestao - Para que o jogo fique mais dinamico, podera ser feito com tempo determinado para responder a cada pergunta.

Jogo da Velha 3

Tema – Variado
Idade - Variada (dependendo do nivel de perguntas a serem realizadas).
Material – Giz (para desenhar o tabuleiro no chao), folhas de papel branca, canetinhas hidrocor, durex ou fita crepe.
Desenvolvimento –
a – Separar 9 chanichim que deverao ser as “pecas” do jogo e o resto, separar em dois grupos.
b – Cada grupo devera escolher um simbolo judaico que o representara. Os madrichim entregarao para cada grupo nove folhas em que deverao desenhar seu simbolo.
c – Cada peca recebera os dois simbolos desenhados.
d – O jogo tera inicio: Os madrichim prepararao uma lista de perguntas numeradas. Cada grupo escolhera o numero que quiser (um grupo de cada vez) e a pergunta escolhida sera lida em voz alta. O grupo que esta jogando devera, antes de qualquer coisa, escolher a “peca” que lera a resposta, ou seja, para cada pergunta, os madrichim deverao escrever 9 respostas, 8 erradas e uma certa. As respostas serao colocadas dentro de envelopes numerados, de acordo com as perguntas e distribuidos entre as “pecas”. Por exemplo: se houverem 25 perguntas, deverao existir 25 envelopes X 9 “pecas”, e dentro de cada envelope somente uma resposta. Como o grupo nao sabe onde esta a resposta verdadeira, ao ouvirem a resposta dada pela “peca” que eles escolheram, deverao chegar a conclusao, em tempo pre-determinado, se a resposta e certa ou nao. Se a resposta dada foi certa e o grupo disser que sim, a “peca” devera colar sobre ela o simbolo do grupo que acertou, caso o grupo nao acerte, passa a rodada para o outro grupo, porem com uma nova pergunta.

SIM ou NAO

Tema – Variado
Idade – 7 a 11 anos.
Material – Aparelho de som (Tape) com fones, microfone, caixas de som, musicas, cronometro.
Desenvolvimento –
PARA QUE ESTA ATIVIDADE POSSA SER REALIZADA, E NECESSARIO QUE HAJA UMA SALA AO LADO DA QUE ESTA SENDO UTILIZADA, E QUE ELAS ESTEJAM SEPARADAS UMA DA OUTRA POR UMA PORTA. AS CAIXAS DE SOM DEVERAO ESTAR INSTALADAS NA SALA DOS GRUPOS, ENQUANTO QUE O MICROFONE NA SALA ANEXA.
a – Separar o grande grupo em dois.
b– Cada grupo devera escolher um representante que saira da sala e ficara na anexa. Apos cada rodada serao trocados os representantes.
c – Na sala anexa devera estar presente um madrich, que devera cronometrar o tempo e desligar a musica.
d – O jogo tera inicio: Os madrichim elaborarao uma serie de “ofertas” que deverao ser trocadas pelo componente que esta na sala anexa.
O chanich que se encontra na sala ao lado, devera estar com os fones colocados nos ouvidos e ficara todo o tempo escutando musica (em nenhum momento ele podera escutar o que esta sendo oferecido para se trocar). Enquanto isso, na outra sala, as ofertas serao ofericidas, uma de cada vez.
O madrich gritara em voz alta a oferta. Por ex: “Voce quer trocar um Shofar folhado a ouro por um copo de Kidush furado?” Os chanichim dos dois grupos, deverao comecar a gritar SIM/NAO (nada mais podera ser gritado, somente estas duas palavras).
O madrich que esta na sala ao lado, ao ouvir a oferta sendo oferecida, cronometrara “X” tempo e entao parara a musica e tirara os fones dos ouvidos do chanich, este por sua vez, tera 5 segundos para gritar SIM ou NAO, com a ajuda de um microfone (enquanto isso, do lado de fora, os dois grupos continuarao gritando), se disser sim, levara o produto, se disser nao, nao acontece nada. Entao, novamente sera colocado os fones no ouvido, comecara a musica, e uma nova oferta sera oferecida. Se por acaso o representante do grupo disse que sim, que quer o Shofar, entao a proxima oferta devera comecar com o produto que foi aceito. Por ex: “Voce quer trocar o Shofar folhado a ouro por uma Chanukia de diamantes?” . E assim por diante.
Ao final de cada 5 ou 6 ofertas, terminara uma rodada e sera trocado o representante da sala ao lado. O grupo que ao final de “X” rodadas tiver conseguido juntar mais produtos utilizaveis e/ou caros, ganhara o jogo.
Sugestao – Em vez de oferecer objetos relacionados a judaismo em geral, pode se oferecer produtos especificos de uma determinada festa ou fato historico e o grupo que conseguir com os produtos adquiridos melhor montar o fato ou festa , e que ganhara o jogo. Por ex: Montar um Seder de Pessach – entao, os produtos oferecidos, alem de qualquer coisa, terao de ser aqueles presentes em um Seder de Pessach. “Voce quer trocar uma Hagada de Pessach por uma Chala redonda?” Se no final o grupo ficar com a Chala redonda, este tera um produto que nao servira para o Seder, entao este tera uma chance a menos que o outro grupo de montar seu Seder. Ganhara o jogo aquele grupo que tiver o Seder mais completo.
E assim pode ser feito com qualquer outra festa. Com fatos historicos pode ser montado uma historia, por exemplo a historia de Lag BaOmer.
Vale salientar que nem sempre tem de se trocar algo bom por algo ruim ou algo ruim por algo bom. Pode tambem se oferecer produtos “ruins” por “ruins” e produtos “bons” por “bons”. EX: “Voce quer trocar uma Mezuza quebrada por uma vela de Shabat usada?”.


Quem mente melhor??!!!

Idade – Madrichim
Tema – Variado (depende do assunto que queiram trabalhar com os chanichim).
Material – Folhas brancas para escreverem as perguntas (somente para aqueles que elaborarao a atividade).
Desenvolvimento –
a – Dividir os madrichim em tres grupos.
b – Escolher entre os Roshei haTnua, 3 pessoas que lerao as respostas.
c - Escrever uma lista de perguntas, todas numeradas. Para cada pergunta, haverao 3 respostas. Uma certa e 2 erradas.
d – O jogo tera inicio: Os grupos terao direito a escolher um numero de cada vez,logo apos, sera lida a pergunta escolhida. Os tres Roshei haTnua, apos lerem cada um a sua resposta, deverao “defende-la”, ou seja, terao de mentir e convencer os madrichim de que a sua e que e a resposta correta (mesmo nao sendo). Essa “discussao” levara alguns segundos, tempo esse que os grupos levarao para decidir em qual resposta votar. Depois de terminada a “defesa” das respostas, cada grupo devera dizer qual foi a escolhida, apos, um dos tres componentes dira quem acertou. Esse tipo de jogo pode ser realizado valendo uma pizza de graca para os componentes ou qualquer outro tipo de premio.
Sugestao – Este jogo nao devera ser realizado para os chanichim, pois a mensagem que podera ficar desse tipo de atividade, nao e muito positiva.

Ping – Pong


Idade – Acima de 11 anos.
Tema – Variado
Desenvolvimento –
a - Dividir os chanichim em dois grupos.
b – Dividir os grupos em duplas.
c - Regras do jogo:
· Um componente de cada dupla recebera um cartao com 5 palavras. Esse cartao e entregue somente na hora em que a dupla devera jogar. No momento em que o cartao e entregue, comeca a contar o tempo.
· Cada dupla tera 2 minutos para “pingueponguear” (caso o tempo dado nao e
suficiente, pode-se altera-lo).
· Se dentro dos 2 minutos a dupla nao conseguir adivinhar todas as palavras, perde a vez, e a dupla do outro grupo e que jogara, com palavras novas.
· As pistas que o componente que esta com as palavras pode passar, sao somente palavras chaves, nao vale sons ou mais de uma pista por palavra. Mesmo que aconteca de nao adivinhar uma palavra e sobrar tempo, nao poderao voltar a palavra que ja passou.
· Ex de palavras: Chanukia, Kidush, Holocausto, Israel, Herzl.
Ex. de pistas: Chanuka, vinho, genocidio, sionismo, Basilea; ou seja, um da dupla, que esta com o cartao das palavras, fala as pistas e o outro tera de adivinhar quais sao as palavras, de acordo com as pistas fornecidas pelo par.
O final de uma rodada se dara quando todas as duplas dos 2 grupos tiverem jogado.

STOP

Idade – acima de 13 anos.
Tema – variado.
Material – folhas brancas, lapis.
Desenvolvimento – Este jogo e igualzinho ao “STOP” normal. Abaixo, sugestoes de itens a serem jogados:
- personagem historico
- simbolos
- lugar em Israel
- nome de Kibutz
- festividade
- fato importante (pode ser tambem uma guerra)
- livro (que tenha relacao com judaismo)
- personagem biblico
- musica
- comida (israeli e/ou judaica)
- times de futebol ( de Israel)
- clubes judaicos
- nomes de macrichim
- nomes de Shilichim
Sugestao –Se os itens acima sao muito dificeis para serem jogados com chanichim dessa idade, este jogo pode ser realizado entre madrichim para “estudar” conteudos judaicos.

Que judeu e este???

Idade – Acima de 12 anos.
Tema – Correntes religiosas judaicas.
Material – Xerox dos textos, meias de nylon, jornais, canetinhas hidrocor, cordao, papel colorido, durex ou fita crepe, pedacos de tecidos, las, papel crepom, algodao, restos de cartolina, agulha e linha, papel cartaz preto ou outro tipo de papel preto etc. (quanto mais material os chanichim puderem utilizar na construcao dos bonecos, melhor!)
Desenvolvimento – ESTA PEULA SOMENTE PODERA SER REALIZADA COM A AJUDA DOS TEXTOS EM ANEXO.
a – Dividir os chanichim em 4 ou mais grupos ( o ideal e que em cada grupo tenha pelo menos 4 componentes).
b – Cada grupo recebera uma caixa contendo os materiais necessarios para a construcao dos bonecos, dentro estarao tambem os textos.
c – A peula devera ser realizada dentro de um tempo limitado e valera pontos. Estes serao dados pela originalidade dos bonecos, pelos detalhes colocados e se terminaram no prazo determinado. O tempo comecara a contar a partir do momento em que as caixas forem abertas. E de suma importancia que os grupos sejam avisados de quanto tempo eles tem para lerem os textos e construirem os bonecos.
d – Cada grupo devera ler os textos e a partir do entendimento destes, deverao construir os seus bonecos. Para cada texto, um boneco.
NOTA 1– E IMPORTANTE LEVAR EM CONTA A INTERPRETACAO QUE OS GRUPOS FIZEREM DOS TEXTOS LIDOS. QUALQUER UMA E VALIDA.
NOTA 2 – E IMPORTANTE QUE PARA A CONSTRUCAO DOS BONECOS EXISTAM ALGUMAS REGRAS QUE DEVAM SER LEVADAS EM CONTA, COMO POR EX: O TAMANHO DELES DEVE SER UNIFORME,TODOS DEVEM TER A CARA COMPLETA, BRACOS E PERNAS E DEVEM UTILIZAR O MAXIMO POSSIVEL DE MATERIAL, POIS QUANTO MAIS CHEIO DE DETALHES, MAIS PONTOS GANHAM.
e – Apos passado o tempo determinado, os madrichim deverao recolher os textos e as caixas, deixando com os grupos, os bonecos construidos. Se algum grupo nao conseguir terminar os bonecos no tempo certo, perdera pontos.
f - Depois disso, os grupos deverao trocar de bonecos. O grupo “A” passara os seus bonecos para o “B”, o “B” para o “C” e assim por diante.
g – A partir do momento em que todos tiverem os seus “novos” bonecos, determinar um novo tempo para que os grupos possam identificar cada um deles, porem, agora, sem a ajuda dos textos. Leva o maior numero de pontos o grupo que conseguir identificar todos os bonecos corretamente e em menos tempo.
h – Ao final da peula, deverao ser somados todos os pontos obtidos por cada grupo e premiar o que conseguir o maior numero. Antes da premiacao, TODOS os chanichim deverao receber os textos lidos.
Sugestao – Como esta peula e um pouco demorada e dividida em etapas, alem de ser um pouco mais “intelectual” e “cansativa”, e bom que haja uma premiacao, pois assim ha um incentivo e interesse ate o final da mesma.


QUE TIPO DE JUDEU EU SOU?!!

Tipo 1: Ortodoxo

Eu acredito no Kadosh Baruch Hu, Criador do Universo, Deus de Abraham, Itzchak e Iaakov, que comanda o mundo, dia a dia, hora a hora. Por isso mesmo, não entendo como é que vocês separam Halachá (Lei Judaica) de Tradicão. É tudo uma coisa só diante de Seus olhos: cumprir Mitzvot e todas as suas Mitzvot devem ser cumpridas. Tem pecadores que falam sobre “Cultura Judaica”, “Heranca Judaica” e similares, porém, é necessário lembrar, que cultura é algo que o ser humano cria, sua origem não é Deus e não tem nenhuma ligacão com Judaísmo. Os livros sagrados – Torá, Mishná, Talmud etc, e também aqueles que foram escritos pelo homem são de origem celestial. A história judaica é dirigida pelos céus e por isso mesmo nós devemos chegar a seguinte conclusão: acreditar em Deus e cumprir suas Mitzvot.
O povo judeu é o povo escolhido por Deus, o povo virtuoso e assim é reconhecido pelo mundo. E mesmo que hoje tenhamos muitas “ovelhas desgarradas”, eu acredito que no final todos se voltarão para o caminho correto.
A Terra de Israel é a Terra Sagrada, e é prioritário que os judeus que nela vivem estudem Torá – porém, o governo dos judeus, pecadores sem consciência, é pior do que o governo dos não judeus.
O que chamam de “vida moderna”, nada mais é do que uma crenca pagã, uma vida de subornos, de superficialidade e de perigos. Cabe a todos os judeus se afastar desta vida falsamente moderna e procurar viver no mundo eterno da Torá e Mitzvot.

Tipo 2: Tradicionalista

Para a pergunta se acredito em Deus, não há lugarm em minha vida. É óbvio que acredito Nele. Eu acredito que tudo que acontece no mundo vem Dele. Eu rezo para Ele no Shabat de manhã e Ele ajuda o meu time no jogo de futebol à tarde.
A tradicão é a coisa mais importante que devemos preservar, pois é isso que nos torna um povo. Se alguém não cumpre as 613 Mitzvot, não quer dizer que é uma má pessoa, isso, é claro, se ele cumpre os preceitos mais importantes da nossa tradicão. Ninguém vai me encontrar todo o dia na Sinagoga, porém, não vai haver nenhuma festa em que não esteje por lá.
Em geral, eu acho que o judaísmo deva ser algo agradável de ser cumprido e não somente uma variedade de preceitos complicados que dificultam a nossa vida.
Quanto a Israel, sonhamos e rezamos toda a nossa vida, e agora que finalmente temos nosso país, temos a obrigacão de viver nele e fazer de tudo para que ele sobreviva (eu sei que a vida aqui é difícil, mas o que tanto procuramos em outro lugar??). É uma pena que os judeus que moram na América não vêm para cá, mas apesar disso, eles são nossos irmãos e nós juntos formamos uma só nacão.
É importante estudar a história do povo judeu, para que as futuras geracões saibam o que aconteceu com o seu povo e para que conhecam os costumes e tradicões que foram surgindo com o passar do tempo, por todo Israel.
É necessário preservar nossos costumes, porém, isto não significa, necessariamente, que devamos deixar de viver no mundo de hoje e que devamos deixar de aproveitar tudo de bom que o mundo moderno nos oferece.



Tipo 3: Conservador


Eu sou um filho do povo judeu. Eu o vejo como um povo com história e cultura grandiosas. Continuamos a existir e a se desenvolver durante muitas geracões, apesar de todas as dificuldades. O meu povo foi o que trouxe ao mundo o Tanach, que é a fonte mais importante do que hoje chamamos de “valores humanos universais”.
Eu acredito em Deus, porém mais me importam as acões do que a fé. Eu preservo algumas tradicões como: Shabat, festividades e Kahsrut. Meus amigos não vêem em mim um judeu religioso, no sentido exato da palavra. Talvez porque eu não use o tempo todo Kipá. É claro que eu uso Kipá… quando rezo ou faco a bencão dos alimentos. Eu vejo a Halachá como a base para uma vida judaica, mesmo que eu não siga tudo a risca.
Eu vivo no mundo moderno e acho que existem muitas coisas na “cultura moderna” (música, artes, filosofia etc.) que podem influenciar, de modo positivo, o Judaísmo. O Judaísmo precisa saber enfrentar os problemas do mundo atual, e não há dúvida de que necessitamos adaptar a Halachá para realidade que hoje vivemos, aliás, como sempre aconteceu no decorrer da história judaica.
Eu acredito que Eretz Israel é o lugar em que o judeu pode se realizar como judeu, além de viver uma vida judaica plena. Por outro lado, não nego que também é possível ser judeu fora de Israel.

Tipo 4: Religioso - nacional

Eu acredito num Deus único, Criador do mundo e das Mitzvot, vigilante e perseverante com a Sua criacão. A Halachá dirige a minha vida no dia a dia e as tradicões adicionam interesse e beleza ao meu viver e ao de minha família.
Eu acredito numa mistura de três elementos: o Povo Judeu, em Israel, de acordo com a Torá de Israel. Isto não é simplesmente um lema, é a fórmula básica para uma vida judaica verdadeira e correta para os nossos dias.
Na minha opinião, a Cultura Judaica é imensamente rica e nela podemos encontrar referências sobre diversos assuntos. Eu vivo no mundo moderno e não vejo nenhuma contradicão entre ter conhecimento da cultura geral e seguir a vida de acordo com a Halachá.
O Instituto da Halachá e Tecnologia (que serve para solucionar os problemas atuais de acordo com a Halachá), é um exemplo da tentativa judaica de como enfrentar os desafios da vida moderna sem “ofender” a Halachá e os princípios judaicos.
Eu também valorizo muitas coisas da “nova” cultura israeli, e gosto muito das músicas hebraicas (por ex. – Nomi Shemer).
O Povo de Israel é o povo escolhido, e ele tem uma missão no mundo. Eu gostaria que todos os judeus fizessem Aliá, para que pudessemos viver juntos uma vida judaica plena. Quanto ao judeu secular que vive em Israel, minha relacão com ele é de reciprocidade: por um lado, sou seu companheiro de sionismo, por outro, gostaria que ele se desse conta que Judaísmo é também cumprir as Mitzvot, e para isso não é necessário ser ortodoxo.
Eretz Israel é a nossa Terra Prometida e Sagrada. A Mitzvá de voltar para Israel é a mais importante, porém, não é somente viver aqui, precisamos investir, construir e desenvolver nossa vida em Israel.
Não há dúvida que a fundacão do Estado de Israel tem um significado religioso: “O Princípio da Redencão”.

Tipo 5: Secular - cultural

Eu me vejo como um filho do povo judeu. Este é meu povo e eu me sinto ligado a ele, apesar de que tenho alguns senões em relacão a grupos que se encontram em seu meio (principalmente aqueles judeus que não vivem em Israel, ou aqueles que sim vivem aqui e tentam me forcar a viver seu modo de vida.)
Eu não acredito em Deus. Tenho por Mitzvá dar um sentido a minha vida. Acredito em uma forca superior, só não acho que por isso devo agir de uma forma específica. Sei que mais da metade de meus amigos não acreditam em Deus, somente no ser humano.
A Halachá não me serve para nada e não me sinto obrigado a nada, porém, uma parte das tradicões judaicas eu gosto muito e também acho importante (por ex: festividades), pois elas caracterizam o meu povo.
Em geral, a história e a cultura judaicas são importantes para mim. Acho fundamental conhecê-las, pois creio que um povo sem passado não pode ter futuro.
Ao longo da história judaica em Israel, houve e há lugar para pensamentos e sonhos do povo judeu. Por isso mesmo, quando se chegou a conclusão de que era necessário haver um governo judaico, nada mais natural de que este tivesse como sede, Eretz Israel.
Eu vivo no mundo moderno e acho importante ter conhecimento da cultura geral. Gosto de literatura moderna, artes, música e teatro, e espero que o judaísmo se adapte, cada vez mais, ao mundo em que vivemos.

Qual o significado disso 1 ??!!


Idade – Acima de 12 anos.
Tema – Variado.
Material – Caixa muito grande para guardar os objetos, folhas brancas, lapis/canetinhas hidrocor/canetas, tabuleiro grande previamente desenhado em qualquer tipo de papel (o desenho do tabuleiro pode ser com a forma de uma pergunta. O tamanho das casas deve ser grande o suficiente para duas pessoas ficarem dentro delas). Os objetos a serem utilizados dependerao do tema a ser desenvolvido.
Desenvolvimento –
a – Dividir os chanichim em 2 grupos.
b - Escolher um representante de cada grupo para ser a “peca” que vai jogar. A peca, antes de comecar o jogo, devera ocupar o seu lugar no inicio do tabuleiro.
c – O grupo que comeca a jogar, deve apostar, antes do jogo comecar, quantas casas (no maximo 5 casas) vai querer que a sua peca ande caso as respostas coincidam, caso nao aconteca nenhuma coincidencia, a peca deste grupo ficara “devendo” para o tabuleiro, ou seja, na proxima rodada, mesmo que ganhe, tera primeiro de “pagar” as casas que deve e so entao podera avancar as casa que faltam.
d – O jogo tera inicio:
A “peca” poe a mao dentro da caixa (sem olhar para dentro) e retira um objeto. Por ex: uma mezuza. A “peca” devera mostrar para todos o objeto que retirou. Apos, devera escrever numa folha o significado desse objeto para ele, utilizando uma so palavra, e dobrar a folha.

O madrich perguntara para o grupo que esta jogando, que significado tem esse objeto para a “peca” e cada membro do grupo devera escrever, utilizando uma
so palvra, o que acha que a “peca” escreveu. E aconselhavel, que o grupo inteiro discuta o que cada um escrevera, para nao repetir as palavras.
Apos todos terminarem, a “peca” devera mostrar a sua folha escrita, assim como todos os outros do grupo. Caso aconteca de alguem do grupo ter escrito
exatamente o que a “peca” escreveu, entao ela avancara o numero de casas que o grupo apostou, caso nao haja nenhuma coincidencia, a “peca” ficara devendo o numero de casas apostadas para a proxima rodada, ou seja, tirara do numero de casas que apostou o que deve, e se sobrar alguma casa, podera entao avancar.
Sugestao – O ideal e que os dois grupos joguem simultaneamente, cada um com o seu objeto, pois assim o jogo fica mais dinamico.
Para evitar que a “peca” “sopre” para seus componentes o que escreveu, apos retirar o objeto e mostrar a todos o que foi, ela devera ficar de costas para o seu grupo.
Caso os madrichim queiram ensinar um determinado tema, como por ex: uma festa, este tipo de jogo propicia nao somente conhecimento da simbologia da mesma, como tambem o significado desta para os chanichiim, por isso mesmo e aconselhavel que se determine o tema a ser trabalhado.

Qual o significado disso 2 ??!!


Idade – Acima de 14 anos.
Tema – Correntes religiosas.
Material - Caixa muito grande para guardar os objetos, folhas brancas, lapis/canetinhas hidrocor/canetas, tabuleiro grande previamente desenhado em qualquer tipo de papel (o desenho do tabuleiro pode ser com a forma de uma pergunta. O tamanho das casas deve ser grande o suficiente para duas pessoas ficarem dentro delas). Os objetos a serem utilizados deverao ter ligacao com o tema escolhido.
Desenvolvimento –
a – Dividir os chanichim em 3 grupos. Um grupo representara um judeu ortodoxo , outro grupo representara um judeu tradicionalista-conservador e o outro representara um judeu laico.
b - Escolher um representante de cada grupo para ser a “peca” que vai jogar. A peca, antes de comecar o jogo, devera ocupar o seu lugar no inicio do tabuleiro.
c - O grupo que comeca a jogar, deve apostar, antes do jogo comecar, quantas casas (no maximo 5 casas) vai querer que a sua peca ande caso as respostas coincidam, caso nao aconteca nenhuma coincidencia, a peca deste grupo ficara “devendo” para o tabuleiro, ou seja, na proxima rodada, mesmo que ganhe, tera primeiro de “pagar” as casas que deve e so entao podera avancar as casa que faltam.
d – O jogo tera inicio:
O principio deste jogo e o mesmo do anterior, porem, a diferenca e e que uma das “pecas” retirara um objeto que sera o mesmo para os tres grupos, ou seja, cada “peca” escrevera na sua folha qual o significado do objeto para ele, e os respectivos membros dos grupos deverao adivinhar, seguindo as mesmas regras do jogo anterior. Vale lembrar que aqui, por serem correntes religiosas diferentes, pensam diferente, ou melhor, nem sempre o mesmo simbolo tem o mesmo significado para todos. E importante salientar as diferencas para os chanichim, para que eles possam “pensar” de acordo com a sua corrente religiosa.

Qual o significado disso 3 ??!!

Idade – Acima de 12 anos
Tema – Variado.
Material – Caixa muito grande para guardar os objetos, folhas brancas, lapis/canetinhas hidrocor/canetas, tabuleiro grande previamente desenhado em qualquer tipo de papel (o desenho do tabuleiro pode ser com a forma de uma pergunta. O tamanho das casas deve ser grande o suficiente para duas pessoas ficarem dentro delas). Os objetos a serem utilizados nao deverao ter nenhuma relacao com os temas tratados, ou melhor, nao deverao ter nenhuma relacao com judaismo. Por ex: uma corda, uma panela, um pedaco de pau, etc.
Desenvolvimento –
Os itens a; b; e c sao iguais aos jogos anteriores.
d – O jogo tera inicio:
A diferenca deste jogo para os anteriores, esta no fato de que os objetos nao tem nenhuma relacao com qualquer tema judaico, entao, a regra principal do jogo e que aqui, tanto as “pecas”, quantos os outros chanichim , terao de dar um significado judaico para cada objeto retirado. No mais, o jogo segue o mesmo principio dos jogos anteriores.
Sugestao – Para facilitar um pouco o jogo (pois como o tema e variado, os objetos podem ter qualquer significado judaico, dificultando que ocorram coincidencias), o ideal e que aqui sempre se trabalhe um tema definido.
Alem disso, em vez de utilizarem somente uma palavra, poderao utilizar mais, pois necessitam expressar uma ideia, nao somente um significado.
Ex:
Tema – Pessach;
Objeto retirado – pau;
Significado – objeto com que espacavam os judeus no Egito.


“MUSIKUD”

Idade – 6 a 11 anos.
Tema – Musica judaica.
Material – Tape (fitas ou CD`S); musicas em tiras (previamente produzidas pelos madrichim.), papel branco, caneta esferografica comum, saco plastico.
Desenvolvimento –
a - Primeiramente, os madrichim deverao fazer uma selecao de musicas que preferem que os chanichim aprendam. Alem disso, deverao optar entre uma musica inteira, um pedaco ou somente o refrao.
b – Apos terem escolhido, deverao dividir as musicas, pedacos ou refrao, de acordo com o numero de chanichim, por ex:
* Ha 15 chanichim.
* Queremos que aprendam 5 musicas...
* Dividir as 5 musicas: musica “a” – 3 pedacos
musica “b” – 3 pedacos
musica “c” – 4 pedacos
musica “d” – 2 pedacos
musica “e” – 3 pedacos, ou seja, um pedaco de musica para cada chanich. Tambem os pedacos ou refroes de musicas deverao ser divididos. Se possivel, nao dividir nenhuma musica em dois pedacos, o melhor e em 4.
c – Depois de tudo dividido, escrever (com caneta esferografica, para que as musicas fiquem escritas iguais, sem cores) os pedacos de musicas em tiras de papeis, dobrar , misturar tudo e colocar em um saco de plastico.
d – O jogo tera inicio:
Cada chanich devera retirar do saco plastico uma fita de papel com o seu pedaco de musica. Ate o madrich nao liberar, ninguem podera abrir o seu papel.
Assim que o madrich disser para que abram o papel, todos deverao cantar, ao mesmo tempo, o pedaco da musica que esta escrita no seu pedaco de papel.

Cabe aos chanichim buscarem a continuacao ou o inicio da sua musica, ou seja, eles deverao estar cantando a todo momento o mesmo pedaco de musica e, ao mesmo tempo, deverao estar circulando entre os amigos para encontrar aqueles que fazem parte da sua musica.
Assim que os pedacos se encontrarem, deverao se juntar em um canto da sala e inventar uma coreografia para a sua musica. Essa devera ser apresentada para todos, e cabe ao madrich colocar no TAPE a musica correspondente a danca que vai ser apresentada.
O grupo que conseguir se “encontrar” mais rapido e conseguir preparar a sua danca da melhor ( nao mais rapida ) maneira possivel, ganhara algum premio.
Sugestao – O premio podera ser uma copia gravada de todas as musicas que fizeram parte do jogo.
Como continuacao dessa peula, apos o jogo ter terminado, os chanichim poderiam se sentar em roda e cantar todas as musicas. Seria interessante se nesse dia fosse pedido aos chanichim que sabem tocar violao ou outro instrumento, que trouxessem os mesmos para a Tnua.

Leilao de “Sabedorias”

Idade – 13 a 16 anos
Tema – Valores Judaicos
Material – Folhas brancas, canetinhas hidrocor, cartolina, durex ou fita adesiva.
Desenvolvimento – ESTA PEULA SO PODERA SER REALIZADA COM A AJUDA DA LISTA DE DITOS POPULARES ANEXA.
a – Dividir os chanichim em 3 ou 4 grupos.
b – Cada grupo recebera 5.000 pontos, com os quais poderao participar do “Leilao de Sabedorias”.
c – Cada lance valera no minimo 300 pts.
d - Os grupos receberao uma casa desenhada em cartolina. Esta estara dividida em 4 andares. Em cada andar havera dois aposentos.
e - Devera ser colocado numa parede um cartaz com todos os ditos populares que vao ser leiloados. Estes devem estar enumerados.
f - O jogo tera inicio:
Cada grupo tera “X” tempo para ler e discutir entre si quais dos ditos populares mais lhe interessam e decidir quais vao querer comprar.
Distribuir entre os grupos canetinnhas.
Quando comecar o leilao, os chanichim deverao ser avisados de que cada grupo tera direito a 3 lances, ou seja, se em 3 chances, o grupo nao conseguir comprar os ditos que queria, devera, rapidamente, decidir por outros novos. Cada grupo devera comprar no maximo 8 ditos, visto que cada dito ocupara um aposento da casa. Caso os madrichim percebam que um determinado grupo esta “gastando” demais em cada dito, deverao “lembrar” aos componentes do grupo que o dinheiro que eles tem e para comprar os 8, e nao somente alguns.
Apos os ditos terem sido leiloados, os chanichim deverao coloca-los nas suas casas de acordo com aqueles que eles acham mais importantes para se construir uma sociedade, ou seja, aqueles que eles colocarem nos andares mais altos das casas, sao os que mais valem.

AVISAR OS CHANICHIM QUE NAO PODERAO UTILIZAR O TETO DA CASA PARA NADA!!!!!
Depois de terem terminado de “construir” suas sociedades, cada grupo devera apresentar sua casa para os outros e explicar seus ditos populares e o por que de terem montado a sociedade da maneira que a montaram.
Terminada a apresentacao, todos voltarao para seus lugares e deverao escrever no TELHADO da casa a palavra TSEDAKA e la colocar o dinheiro que sobrou do leilao.
( Como o telhado esta na parte mais alta da casa e la foi colocado a Tsedaka, parte-se do principio que este e um valor muito importante para a formacao de uma sociedade, pelo menos na que esta sendo montada pelos chanichim.)
Cabe agora a eles explicarem por que a Tsedaka e um valor importante para a formacao de uma sociedade.
Sugestao – Como esta peula nao e um jogo e sim uma atividade mais voltada para o lado etico-moral, o melhor e realiza-la em algum encontro a noite, ate mesmo depois de uma janta de Shabat.
Se os madrichim acharem que esta peula e muito dificil para os chanichim, ela podera ser realizada entre os proprios madrichim ou para chanichim mais velhos.

DITOS DA SABEDORIA JUDAICA

1 – Morto o boi, todos afiam as facas.
2 – Nao despejes a agua usada antes de teres agua fresca.
3 – E facil revolver brasas com a mao dos outros.
4 – Quem esta se afogando, agarra-se ate ao fio de uma espada.
5 – Cada qual tem seu montinho de lixo diante da porta.
6 – Cada qual deita na cama que preparou.
7 – Mais vale um relogio parado do que um defeituoso.
8 – Se tens algo, conserva-o; se sabes algo, cala; se es capaz de fazer algo, maos a obra!
9 – Bocado alheio e sempre mais apetitoso.
10 – Nao se deve jogar pedras no poco cuja agua se bebeu.
11 – Cada panela encontra a sua tampa.
12 – E comodo fazer correias com couro alheio.
13 – Tolice e tolice, mesmo que de certo.
14 – De que servem esporas, para quem nao sabe montar?
15 – A boa fama vai longe, a ma vai mais longe ainda.
16 – Quem lanca uma pedra para o alto, recebe-a de volta na cabeca.
17 – Enquanto guardas o segredo, ele e teu prisioneiro; conta-o adiante, e seras prisioneiro dele.
18 – Uma palavra vale uma moeda; o silencio vale duas.
19 – Nem todo ocupante do lugar de honra e homem honrado.
20 – O homem sera medido com a mesma medida que usar para medir.
21 – Nao olhes para a jarra, mas sim para o que ela contem; pois muita jarra nova contem vinho velho, e muita jarra velha nao contem sequer vinho novo.
22 – Sendo vontade de Deus, uma vassoura da tiros.
23 – Quem nao sabe escrever, diz que a caneta nao presta.
24 – O verdadeiro pai nao e o que nos poe no mundo, mas o que nos educa.
25 – Quem ama o dinheiro, nunca tem bastante.
26 – Nao ensinar um oficio ao filho e cria-lo para ser ladrao.
27 – Nunca digas: Aprenderei quando tiver tempo, pois talvez nunca venhas a ter tempo.
28 – O homem e conduzido ao caminho que ele proprio decidiu trilhar.
29 – E so o vinho entrar, e o segredo sai.
30 – Pode-se banhar o corpo, mas nao a alma.
31 – Tres coisas revelam o carater do homem: seu copo, sua carteira e sua ira.
32 – Onde faltam homens, procura ser um.
33 – O coracao do inteligente busca o conhecimento.
34 – O tolo cruza os bracos , e consome a propria carne, dizendo: Mais vale meu sossego do que maos atarefadas no trabalho.
35 – Procura comportar-se como um ser humano mesmo que nao haja pessoa alguma por perto.
36 – O orgulho desmerece o homem, a humildade o enobrece.
37 – Quando a pobreza entre pela porta, a amizade foge pela janela.
38 – Palavras vinbda do coracao penetram no coracao.
39 – Coracao bondoso e vida para os ossos, mas a inveja e a podridao nos ossos.
40 – Quem controla sua lingua, controla sua vida.
41 – O homem percebe a sarna nos outros, mas nao em si mesmo.
42 – O castigo do mentiroso e nao merecer credito quando fala a verdade.
43 – Pelos frutos se conhece a arvore; pelas palavras se conhece o homem.
44 – Muitos pregam bem, mas agem mal; outros agem bem, e nao pregam coisa alguma.
45 – O tolo diz o que sabe, o sabio sabe o que diz.
46 – Um amigo vale mais do que dez parentes.
47 – Em lata vazia, uma unica moeda tilinta por mil.
48 - Vai observar a formiga, o preguicoso, aprende com ela a ser previdente!
49 – Que teu sim seja justo, e teu nao sincero.
50 – Arrogancia e sinal de pobreza de espirito.

Friday, 27 February 2009

Apostila Dinamicas de Grupo 105 atividades

APOSTILA DINAMICAS DE GRUPO
105 atividades
DINÂMICAS
O que é dinâmica de grupo?
Dynamis é uma palavra grega que significa força, energia, ação.
Quando Kurt Lewin utilizou essa ex pressão e começou
a pesquisar os grupos, seu objetivo era o de ensinar às pessoas
comportamentos novos através da Dinâmica de Grupo, ou seja,
através da discussão e de decisão em grupo, em substituição ao
método tradicional de transmissão sistemática de conhecimentos.
O que se espera alcançar de resultados, com a utilização
da Dinâmica de Grupo?
Alguns objetivos gerais são:
A) Desinibir a capacidade criadora dos participantes, levando-os a se
tornarem bastante desenvoltos;
B) Melhorar a capacidade de comunicação dos participantes;
c) Contribuir para construir novas relações entre os seres humanos;
d) Resgatar a auto estima dos participantes;
e) Desenvolver a capacidade de respeitar as diferenças individuais e a
diversidade cultural;
f) Auxiliar no desenvolvimento da capacidade de amar;
g) Estimular a reflexão e a revisão de atitudes e comportamentos,
levando a novas formas de ser e conviver.
h) Aumentar a coesão do grupo;
3
i) Proporcionar um aperfeiçoamento do trabalho coletivo. Aprender a
trabalhar em grupo;
j) Transformar o potencial do grupo, fazendo-o crescer em igualdade
harmônica de relacionamento interpessoal.
Na Dinâmica de Grupo o comportamento e as atitudes individuais
serão mudados num trabalho de grupo, isto, porque, os participantes
se sentirão profundamente sensibilizados por aquilo que acontece, por
sentirem e por observarem processo que eles aprenderão a
conceituar.
A utilização das Palavras Sagradas como fonte de inspiração
para diversos temas abordados nas dinâmicas, tem provado ser um
instrumento poderoso para inspiração e transformação das almas,
estabelecendo um ambiente espiritual e disciplinado e criando fortes
laços de amor e amizade entre os participantes.
Tomamos a liberdade de classificar as dinâmicas em cinco grandes
grupos:
1- Dinâmicas de Apresentação: para apresentação e conhecimento
imediato das pessoas do grupo;
2- Dinâmicas de Integração e Conhecimento: voltadas para grupos
já iniciados, objetivando um maior entrosamento, “quebra-gelo” e
aprofundamento do conhecimento inicial;
3- Dinâmicas de Recreação: podem ser utilizadas em intervalos de
eventos, aniversários, cursos, etc..., puramente para descontração.
4- Dinâmicas de Aprendizagem: são alguns tipos de exercícios,
técnicas, para estimular o raciocínio e percepção e também fixar o
conteúdo estudado.
5- Histórias, Fábulas, e Textos para Reflexão: para abertura de
eventos (reuniões, palestras, cursos, congressos) ou para ilustrações,
visando enriquecer algum tema que está sendo abordado.
4
Dicas Importantes:
Ser convidado para proferir uma palestra, coordenar uma
reunião, facilitar um grupo de estudo ou ministrar um treinamento,
requer planejamento e organização e devemos ficar atentos para as
providências (logísticas e de conteúdo) que deverão ser tomadas.
Como facilitador, é imprescindível que haja um prévio
planejamento, objetivando segurança e tranqüilidade no processo de
condução do grupo – seja uma sala com poucos participantes ou um
auditório.
Alguns aspectos que, certamente, ajudarão você ANTES de
qualquer trabalho:
1- Conhecer previamente o local do evento. Em caso de eventos
grandes, para checar os equipamentos, conforme a necessidade:
TV/Vídeo; Retroprojetor, Flip-chart; Equipamento de som (microfone,
CD, etc...). Carteiras ou cadeiras; Luminosidade; Ventilação; tamanho
compatível com a quantidade de pessoas e para o tipo de atividade
que irá se desenvolver, etc...
2- Elaborar, previamente, o roteiro/seqüência do conteúdo que irá
trabalhar com o grupo (vivências, músicas, intervalos, etc.)
3- Chegar ao local com, pelo menos, uma hora de antecedência, para
“energizar” a sala (respirar, relaxar, deixar música tocando suave,
verificar a limpeza e organização do ambiente, colocar flores, etc.)
4- Revisar o roteiro elaborado e fazer checagem final dos
equipamentos e material que será utilizado.
5- Manter sempre consigo um kit de “Primeiros Socorros do
Facilitador”, contendo pincéis(quadro branco e papel), tesoura,
canetas, barbante, cola, filmes, fitas de áudio e/ ou CD’s, máscaras,
papel, papel colorido, etc.) tudo de acordo com as necessidades mais
comuns.
5
6- Manter na “cartola”, sempre, uma ou duas vivências/dinâmicas
para eventuais imprevistos ou mudança de planos com o grupo.
7- Evitar confiança plena na memória: anote a seqüência das
dinâmicas que vai usar ou aquilo que vai dizer.
8- Evitar polemizar com alguém que está ali contra a vontade ou que
já chega discordando. Seja prudente, relaxe e deixe que o próprio
grupo estabeleça e componha o clima do encontro.
9- Evitar “forçar a barra” para algum membro do grupo participar, falar
ou opinar sobre alguma coisa, se esse não estiver a fim.
10- Buscar dividir tarefas com o grupo, definindo ,através de consulta,
“quem faz o quê”;
11- Ter cuidado com a aparência (roupa, higiene, postura, etc.)
Lembre-se: você é aquilo que diz e faz e, no momento com o grupo,
você estará sendo exemplo.
12- Utilizar músicas para momentos de relaxamento, escolhendo-as
criteriosamente: instrumentais, que não tenham sido temas de novelas
ou filmes conhecidos, nem tocadas exaustivamente em FM’s, enfim,
não é aconselhável músicas instrumentais populares. Às vezes,
algumas músicas com letra são importantes para algum “fechamento”.
13- Habituar-se a trabalhar proativamente, fazendo, sempre de
véspera, um “check-list” das tarefas/providências que envolvem você e
as demais pessoas ligadas ao evento.
6
EXTRAÍDO DO LIVRO: “Educar com o coração” - Editora Fundação
Petropólis
Autora: Eugenia Puebla Série Educação para a Paz
Por que trabalhar com dinâmicas.
As dinâmicas possibilitam vivências, que ao serem refletidas e partilhadas gestam
um aprendizado pessoal e grupal libertador, possibilitando, dentre outras coisas:
· Autoconhecimento como ser único e social;
· Exercício de escuta e acolhida do outro como ser diferente;
· Percepção do todo e das partes, tanto da vida como da realidade que nos
cerca;
· Desenvolvimento da consciência crítica;
· Confronto e avaliação da vida e da prática;
· Tomada de decisão de modo consciente e crítico;
· Sistematização de conteúdos, sentimentos e experiências;
· Construção coletiva do saber.
Para quem vai orientar a dinâmica
É fundamental:
· Conhecer todos os passos da dinâmica para aplicá-la com segurança;
· Ter clareza de aonde se quer chegar, qual o objetivo e a função da
dinâmica dentro do processo a ser desenvolvido, entendendo-a como um
instrumento;
· Possibilitar um clima de espontaneidade em que os participantes sintam-se
livres e à vontade para a partilha da experiência feita;
· Perceber o nível de relações e entendimento do grupo, pois nem toda
dinâmica se adapta bem a qualquer grupo. Ela pode ser um instrumento
enriquecedor se for bem utilizada e se o grupo estiver em condições de
vivenciá-la;
· Observar as expressões corporais, sobretudo as expressões faciais dos
participantes no decorrer da dinâmica, para valorizar os sentimentos e
reações de cada um;
· Qualquer que seja o resultado alcançado com uma dinâmica, ele é o objeto
da reflexão e da aprendizagem, pois dinâmica não tem resultado errado;
· As dinâmicas podem ser adaptadas de acordo com a realidade e o tamanho
do grupo. E não se esqueça de que a preparação da dinâmica já é uma
dinâmica a ser refletida e avaliada.
7
DINÂMICAS
DE
APRESENTAÇÃO
A técnica de apresentação em dinâmicas de grupo funciona como
mecanismo facilitador e tem como objetivo atenuar as formalidades do
momento inicial do relacionamento em grupo, induzindo seus membros a se
colocarem diante dos demais de maneira descontraída, através de estímulos
adequados.
8
DINÂMICA: CARTÕES E BALÕES
Número de participantes: até 40 participantes
Tempo de duração: 45 minutos
Objetivos:
Geral: Favorecer a apresentação do grupo
Específico: A partir de um estímulo verbal, promover a descontração
dos membros do grupo e sua conseqüente apresentação.
Material: bolas de sopro (coloridas); cartões coloridos; lápis hidrocor e
papel ofício.
Desenvolvim ento:
1- Enumerar uma série de cartões coloridos e no seu verso
escrever a seguinte ordem: “Estoure uma bola da cor do seu
cartão”
2- Encher as bolas coloridas e introduzir em cada uma delas papéis
chaves contendo frases pitorescas, alusivas à apresentação dos
membros do grupo.
3- Dispor as bolas no centro da sala.
4- Formar um círculo em volta das bolas coloridas.
5- Dispor os cartões coloridos em uma mesa e solicitar aos
participantes que escolham cada um o seu cartão.
6- Convidar o portador do cartão de número 1 para que, no centro
do círculo estoure uma bola da mesma cor do seu cartão de
acordo com a ordem expressa no verso.
7- Estourada a bola, o papel chave que estava no seu interior
deverá ser lido em voz alta e atendida sua solicitação.
8- O procedimento continua com a pessoa do cartão de número 2,
e continua até que todos tenham se apresentado.
Sugestões para as frases:
- Como devemos chamar você?
- Escolha alguém do grupo e apresente-se formalmente a
essa pessoa.
- Qual sua expectativa com relação a esse curso?
- O que você espera receber deste grupo? Etc...
9
DINÂMICA: Encontro
MATERIAL: Gravador. CD com música suave. Textos (formando pares
idênticos) selecionados das Sagradas Escrituras.
OBJETIVO: Abertura dos trabalhos. Promover a Integração entre os
participantes. Criar um clima espiritual e amoroso.
DESENVOLVIMENTO:
1- Grupo em círculo, sentados. Colocar uma música harmonizante de fundo.
O Facilitador distribui os textos, tendo o cuidado de verificar que vai ser possível
formar pares.
2- O Facilitador explica que, dois a dois, os participantes receberam textos
idênticos e que devem caminhar pela sala buscando encontrar o seu par, ou seja,
aquela pessoa que tem o texto igual ao seu.
3- Após terem sido encontrados os pares, será dado um tempo de 5 minutos para
que conversem aos pares trocando informações, tais como: nome; de onde veio;
a que instituição pertence; que coisas mais gosta de fazer; o que espera do
encontro.
4- Feito isso, o facilitador escolhe um participante que iniciará as apresentações,
apresentando seu par ao grupo. Na apresentação, seguir o modelo: “Amigos,
tenho o prazer de lhes apresentar ........................, que é uma pessoa (dizer uma
qualidade que identificou na pessoa) e continuar a apresentação.
5- A apresentação continua com cada dupla apresentando-se um ao outro, até
que todos tenham sido apresentados.
6- Avaliação: solicitar aos participantes que expressem seus comentários sobre a
dinâmica. O que acharam da dinâmica, seus objetivos, etc.
10
DINÂMICA: CARTAZ
MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos)
OBJETIVO: Favorecer a desinibição; aprofundar o conhecimento entre os
membros do grupo;
DESENVOLVIMENTO:
1- Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado
em círculo.
2- Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – que
represente algo de si. Não importa que não se saiba desenhar; deve ser bastante
espontâneo.
3- Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz.
4- Uma vez concluídos os cartazes, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o
cartaz, de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua
apresentação: nome e explicação do desenho e sua expectativa com relação ao
curso.
5- Plenária:
Ao final, o facilitador dá oportunidade para quem quiser fazer mais alguma
referência a alguém acerca de sua apresentação. Cada um também fica livre para
expressar o que achou da dinâmica. Se sentiu alguma dificuldade, por que? Qual
foi o objetivo da dinâmica?
11
DINÂMICA: Expectativas e Metas
MATERIAL: Fundo musical calmo e relaxante.
OBJETIVO: Ajudar o facilitador a trabalhar mais realisticamente as
expectativas do grupo; aliviar tensões do primeiro contato grupal.
DESENVOLVIMENTO:
1- Após se apresentar, o facilitador pede que cada participante faça o
mesmo:
- dizendo o nome que gostaria de ser chamado;
- quais as suas expectativas em relação ao curso;
- que metas pretende atingir na companhia do grupo;
- e, ao término do curso, o que espera ter aprendido e o que pretende
fazer, etc
12
DINÂMICA: Este Sou Eu
MATERIAL: Uma tira de papel bem larga para cada participante. Lápis
de cor, hidrocor, giz de cera, etc.
OBJETIVO: Propiciar uma apresentação dos membros do grupo.
Integração. Propiciar clima de descontração e maior conhecimento
entre os participantes.
DESENVOLVIMENTO:
1- O Facilitador distribui as tiras de papel para os participantes
solicitando que escrevam no centro do papel o seu nome de forma
bem legível.
2- Após cada participante ter escrito o nome, solicitar que desenhe na
parte superior direita um símbolo que o represente.
3- Feito isso, solicitar que cada participante escreva na parte superior
esquerda uma qualidade sua ou uma qualidade que ele mais admira
nas pessoas.
4- Solicitar que cada participante escreva na parte inferior direita o que
mais gosta de fazer.
5- E na parte inferior esquerda um lugar onde gostaria de estar.
3- Após todos terminarem, o facilitador pede a cada participante que
apresente ao grupo o que registrou em sua tira de papel: seu nome,
símbolo, qualidade, o que mais gosta de fazer, onde gostaria de
estar.
4- Comentários dos participantes sobre a dinâmica.
13
DINÂMICA: A ÁRVORE
Objetivos: Conhecimento, apresentação e integração do grupo.
Material: uma folha de papel em branco para cada participante.
Lápis, caneta ou pincel.
Desenvolvimento:
· Cada participante recebe uma folha de papel.
· O facilitador motiva para que acompanhem o processo do
desenho e façam por etapas, conforme vai indicando:
a)Desenhe a raiz de uma árvore e coloque aí a data de seu
nascimento, o nome de pessoas que marcaram seu passado,
acontecimentos marcantes dos primeiros anos de vida.
b)Desenhe o tronco da árvore e nele anote o que faz sempre (em
que gasta a vida), a motivação que lhe faz crescer.
c)Desenhe folhas, flores e frutos e neles escreva suas esperanças,
sonhos.
d)Dê nome à árvore e escolha outra árvore (colega) com quem irá
partilhar o que escreveu, ou seja a sua árvore (seu eu).
e)Depois, quem quiser pode partilhar a experiência em plenária.
f)Avaliar a dinâmica, partilhar os sentimentos e as descobertas.
14
DINÂMICA: CÍRCULO MÁGICO
MATERIAL: Gravador. CD com música suave. Balões de gás, cheios, com
mensagens dentro, e pendurados pela sala.
OBJETIVO: Abertura dos trabalhos. Promover a Integração entre os
participantes. Criar um clima espiritual e amoroso.
DESENVOLVIMENTO:
1- Introdução: A forma circular vem nos acompanhando ao longo da história, nas
rodas cantadas, na forma da lua cheia, do sol, da terra e da bola. No Círculo
enxergamos a todos, ficamos no mesmo plano, podemos olhar aqueles que
estão perto de nós e os mais distantes. Não há o primeiro, nem o último. Nele
somos todos iguais. Quando entramos no Círculo não estamos disputando
liderança. Estamos confiando nos amigos.
2- O Facilitador convida todos os participantes a formarem um grande círculo.
3- Facilitador: A mão direita simboliza nossa capacidade de ajudar. Deve estar
por cima da mão esquerda do colega. A mão esquerda recebendo a direita do
outro simboliza nossa necessidade de troca, de receber. Ao mesmo tempo que
podemos ajudar, precisamos receber ajuda. Nenhum de nós é tão forte para
somente ajudar ou tão fraco que somente receba ajuda. A sinergia está no
equilíbrio entre pedir, dar e receber colaboração.
4- Facilitador: vamos estar quase sempre em um grande círculo (nas plenárias);
ou em círculos menores (nos grupos de estudo). Desta forma podemos
trabalhar com mais qualidade, enxergando a todos e tendo oportunidades
iguais de participação.
5- Facilitador: Para facilitar o contato com o momento inicial de nossas atividades
e obter a concentração no aqui e agora, convidamos o grupo para ouvir uma
música, ouvir com o coração, sentindo o momento, podendo os integrantes do
grupo fechar os olhos para uma melhor concentração (sugestão: Bolero de
Ravel)
6- Em seguida cada participante escolhe um balão, estoura, retira e lê a
mensagem que estava dentro do balão para o grupo.
Sugestões de mensagens:
1- Somos todos iguais
2- Expulsemos do Círculo a desmotivação, a competição, o autoritarismo, as
forças negativas.
3- Não perderemos de vista nossa força e nossa união, etc.
15
DINÂMICA: CARROSSEL MUSICAL
MATERIAL: Gravador. CD com músicas bem animadas.
OBJETIVO: Integração. Promover maior conhecimento de si e do grupo.
Abertura dos trabalhos.
DESENVOLVIMENTO:
1- Participantes de pé. Formar dois Círculos com os participantes, com o mesmo
número de pessoas em cada Círculo, um Círculo dentro do outro. O Círculo de
dentro da roda, fica voltado para fora de modo a formar duplas, frente a frente.
2- O facilitador coloca a música, solicitando que ambos os Círculos girem para o
lado direito, dançando no ritmo da música.
3- Quando o facilitador para a música, o grupo deve parar onde estiver,
procurando posicionar-se frente a frente, formando pares. Cada par deve darse
as mãos, dizer o seu nome para o seu par, e responder a pergunta feita
pelo facilitador (um falar para o outro a resposta).
4- O facilitador coloca novamente uma música e solicita que os Círculos tornem a
girar. Quando o facilitador para a música, repete-se o procedimento anterior,
cada um vai se posicionar na frente de uma pessoa, formando um nova par,
dizer o nome e responder um ao outro a pergunta feita pelo facilitador.
5- Repetir o mesmo procedimento várias vezes, sempre mudando a música e
com perguntas diferentes.
Exemplos de perguntas:
O que mais me deixa feliz é ...
O que eu mais admiro nas pessoas é ...
O que eu mais gosto em mim mesmo é ...
Amigo verdadeiro para mim é aquele que ...
A coisa mais importante para mim é...
O que eu mais gosto de fazer é...
A minha diversão favorita é ...
6-- Plenária:
Cada um expressa o que achou da dinâmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade,
por que? Qual foi o objetivo da dinâmica?
16
DINÂMICAS
DE
INTEGRAÇÃO e
CONHECIMENTO
São técnicas que, ao mesmo tempo em que descontraem, favorecem o
aflorar de sentimentos e emoções. Afeto, carinho, palavras de estímulo e
conforto são algumas expressões de sentimentos que as pessoas têm
dificuldade de exteriorizar. Diante disso o facilitador tem um papel
fundamental: estabelecer um clima de confiança mútua – grupo e facilitador.
As dinâmicas de integração têm como objetivo favorecer o processo de
conhecimento entre os membros de um grupo, descontrair e aproximar as
pessoas.
17
DINÂMICA: INTEGRAÇÃO MUSICAL:
MATERIAL: Gravador. CD com músicas bem animadas.
OBJETIVO: Integração. Propiciar clima de descontração entre os participantes.
DESENVOLVIMENTO:
1- Colocar música. Pedir aos participantes que caminhem pela sala,
individualmente, tentando entrar no ritmo da música.
2- Mudar a música. Pedir aos participantes que formem duplas e dancem juntos
no ritmo da música.
5- Trocar novamente a música. Ao comando do facilitador os participantes devem
agora formar grupo de três, dançando juntos no ritmo da música.
6- Ao comando do facilitador, cada vez que a música é trocada, formar grupo de
quatro, oito, dez, até que todo o grupo esteja dançando junto.
7- Avaliação:
Cada um expressa o que achou da dinâmica: Gostou? Sentiu alguma dificuldade,
por que? Qual foi o objetivo da dinâmica?
18
DINÂMICA: ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE
OBJETIVO: Aquecimento; sensibilização e integração do grupo.
MATERIAL: Aparelho de CD. CDs com vários tipos de músicas.
DESENVOLVIMENTO:
1-Colocar uma música lenta e pedir aos participantes que caminhem pela sala,
relaxando as tensões do dia, procurando sentir a emoção que a música transmite,
em dado momento parar e “congelar” em uma posição.
3- Colocar uma música romântica e pedir para que caminhem, deixando-se
penetrar pela emoção que a música transmite. Congelar na emoção.
4- Alterar a música, colocando uma mais agitada e pedir que andem no ritmo da
música.
5- Alterar novamente a música. Solicitar que cada um escolha um par e dance,
trocando sucessivamente de par (música sugerida: “New York, New York”)
6- Colocar uma música para todo o grupo dançar junto.
7- Comentários. Avaliação da dinâmica. Sentimentos e descobertas.
19
DINÂMICA: Guiar e ser guiado
MATERIAL: Gravador. CD com músicas bem animadas.
OBJETIVO: Integração. Propiciar clima de descontração entre os participantes.
Promover uma reflexão para identificar os sentimentos mais presentes, tanto
quando estamos guiando, como quando somos guiados.
Textos Inspiracionais:
“Cinge-te de esforços redobrados, a fim de que possas, acaso, guiar teu próximo à
lei de Deus, o Mais Misericordioso. Este ato, em verdade, excede todos os outros
atos, aos olhos de Deus, O que a tudo possui, O Altíssimo”.
Bahá´u´lláh – Seleção dos Escritos de Bahá´u´lláh – CLXI - 210
“É melhor guiar uma só alma do que possuir tudo o que está na terra, pois
enquanto essa alma guiada estiver à sombra da Árvore da Unidade Divina,
ambos, tanto ela como a pessoa que a guiou, serão recipientes da terna
misericórdia de Deus...”
O Báb – Seleção dos Escritos do Báb – pág.83
DESENVOLVIMENTO:
1- O facilitador solicita que os participantes formem duplas.
2- A pessoa que for guiar deve voltar as palmas das mãos para cima, e a que for
guiada, deve colocar as palmas das mãos sobre as do guia.
3- A pessoa que for guiada deve permanecer de olhos fechados, e o guia deve
assegurar-se de conduzir a pessoa guiada com o máximo cuidado.
4- As duplas devem dançar ao ritmo da música, percorrendo toda a sala.
5- Após um período, trocar as funções, quem guia passa a ser guiado, e viceversa.
Mudar também a música.
6- Avaliação: Ao final o facilitador solicita que cada um compartilhe seus
sentimentos: Quais os seus sentimentos e atitudes quando foi guiado? Quais
os sentimentos e atitudes quando você foi o guia? O que o motivou a ter esses
sentimentos?
20
DINÂMICA: PORQUE EU AMO VOCÊ
OBJETIVO: Promover a Integração entre os participantes. Criar um
clima espiritual e amoroso.
MATERIAL: Tiras de papel para ser distribuída aos participantes.
DESENVOLVIMENTO:
· Distribuir as tiras de papel aos participantes, solicitando que cada
qual escreva o seu próprio nome de forma bem legível, e depois
dobre.
· Recolher os papéis, misturar e distribuir novamente, pedindo que
cada um verifique se não tirou o próprio nome. Em caso positivo,
deverá devolver e pegar outro papel.
· Cada participante deverá ler para si o nome da pessoa que tirou e
pensar porque ama essa pessoa. Que qualidades ela tem que você
mais admira.
· Cada um deverá dizer o nome da pessoa que tirou e dizer em voz
alta porque ama essa pessoa.
· Outra variação seria iniciar falando “eu amo essa pessoa porque
ela tem tais e tais qualidades, etc, etc, e por fim, mencionar o nome
da pessoa a quem está se referindo.
· Comentários dos participantes sobre a dinâmica.
21
DINÂMICA: Minha Ilha
MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos)
OBJETIVO: Favorecer a desinibição; aprofundar o conhecimento entre os
membros do grupo;
DESENVOLVIMENTO:
1- Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado
em círculo.
2- Depois de uma viagem imaginária em que você se salva de um naufrágio, você
encontra “abrigo” em uma ilha.
3-Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho de sua ilha. O desenho
deve ser bastante espontâneo.
4- Escreva ou desenhe que pessoas e que atividades você poria na sua ilha.
5-Desenhe tudo o que você precisa para sobreviver na sua ilha.
6-Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu desenho.
7-Uma vez concluídos os desenhos, cada pessoa deve sair do seu lugar, mostrar
o cartaz, de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua
apresentação: nome e explicação do desenho.
8- Plenária:
Ao final, o facilitador dá oportunidade para quem quiser fazer mais alguma
referência a alguém acerca de sua apresentação. Cada um também fica livre para
expressar o que achou da dinâmica. Se sentiu alguma dificuldade, por que? Qual
foi o objetivo da dinâmica?
22
DINÂMICA: AUTOPROPAGANDA
OBJETIVO: Estimular conhecimento pessoal. Desfazer bloqueios.
Promover a Integração e Aprofundar o conhecimento entre os
participantes.
MATERIAL: Folha de papel; lápis ou lápis coloridos.
DESENVOLVIMENTO:
· O facilitador solicita que cada participante desenhe ou pinte uma
propaganda de si mesmo.
· Também é possível pensar no tipo de pessoa que se sentiria
atraída pela propaganda.
· Cada participante apresenta sua propaganda ao grupo.
· As outras pessoas do grupo são solicitadas a acrescentar alguns
aspectos que foram omitidas na propaganda do colega.
· Avaliação: o que cada um achou da dinâmica. Sentiram alguma
dificuldade? Qual o objetivo da dinâmica?
23
DINÂMICA: COMPRA E VENDA
OBJETIVO: Estimular autoconhecimento. Favorecer um maior
conhecimento entre os participantes. Reconhecer as qualidades das
outras pessoas. Integração do grupo.
MATERIAL: Folha de papel para cada participante. Lápis Preto. Lápis
coloridos.
DESENVOLVIMENTO:
· Leitura do texto inspiracional: “Não existe em lugar nenhum do
planeta, alguém que não tenha nada a oferecer ou nada a receber.”
· O facilitador solicita que cada participante desenhe uma “Loja de
Departamentos” que exponha suas características pessoais.
· Cada participante mostra ao grupo sua “Loja”.
· Um de cada vez, cada participante faz um “passeio de compras” e
escolhe produtos da loja das outras pessoas de grupo, identificando
o porquê de estar “comprando” tais “produtos”.
· Comentários dos participantes sobre a dinâmica.
24
DINÂMICA: Egoísmo x Espiritualidade
OBJETIVO: Favorecer a reflexão sobre aspectos da dimensão
espiritual do ser humano; aprofundar o auto conhecimento;
MATERIAL: Folha de Papel com textos para reflexão. Tiras de papel
em cores diferentes para atitudes espirituais e atitudes egoístas.
Exemplo: nas tiras verdes estarão escritas atitudes espirituais e nas
cinzas, atitudes egoístas. As tiras estarão dobradas e numeradas na
parte de fora (sendo que, por exemplo, para a tira cinza de número 1
onde está escrita uma atitude egoísta, deverá haver uma tira verde,
também de número 1 que corresponde a atitude espiritual a ser
adotada)
DESENVOLVIMENTO:
1- As tiras de papel (verdes e cinzas) deverão estar dobradas e
misturadas, colocadas sobre uma mesa no centro da sala.
2- Leitura e breve comentário dos textos.
3- O facilitador orientará os participantes a pegarem uma tira de papel
(verde ou cinza).
4- Cada participante deverá agrupar-se ao número correspondente ao
seu, formando um par.
5- O monitor explicará então que as tiras cinzas se referem as
atitudes egoístas e as verdes as atitudes espirituais que é nossa
meta alcançar.
6- Cada dupla será solicitada a ler em voz alta, primeiro a atitude
egoísta e depois a atitude espiritual que deve ser a nossa meta.
Ressaltar que o nosso esforço em substituir uma atitude egoísta
por uma atitude espiritual faz parte do nosso processo de
espiritualização.
7- Comentários gerais dos participantes sobre suas reflexões a partir
do exercício.
25
TEXTOS PARA REFLEXÃO:
“O homem é na realidade um ser espiritual, e somente quando vive no
espírito é verdadeiramente feliz.”
A espiritualidade, não o egoísmo, deve ser o nosso objetivo; o caminho
que leva do egoísmo à espiritualidade se denomina espiritualização.
EGOISMO ESPIRITUALIZAÇÃO ESPIRITUALIDADE
Todo o propósito da religião é transformar, não somente nossos
pensamentos mas também nossas ações. Por meio da fé verdadeira, o
homem recebe uma força maior que a sua própria, que o ajuda a
desenvolver suas características positivas e a dominar as negativas.
26
Exemplos de atitudes egoístas e atitudes espirituais correspondentes
para serem escritas nas tiras de papel:
Egoísta
( 1 ) Eu tenho razão
Espiritual
( 1) Eu procuro consultar com os
demais e conhecer o ponto de vista
dos outros.
( 2 ) Eu critico as pessoas
( 2 ) Procuro sugerir e auxiliar.
( 3 ) Eu me fixo nas faltas dos outros
( 3 ) Procuro me concentrar nas boas
qualidades das pessoas.
( 4 ) Eu julgo as pessoas.
( 4 ) Me concentro em julgar e
observar minhas próprias ações.
( 5 ) Eu me aborreço com as
pessoas.
( 5 ) Eu procuro compreender as
pessoas
( 6 ) Procuro mostrar minhas boas
ações e busco reconhecimento.
( 6 ) Realizo boas ações sem
ostentação e não espero
reconhecimento.
( 7 ) Procuro ocultar minhas más
ações e justificá-las
( 7 ) Eu admito minhas más ações e
assumo a responsabilidade do que
faço.
( 8 ) As dificuldades me inquietam e
me deixam angustiado (a)
( 8 ) Considero as dificuldades como
desafios para o crescimento e como
bênçãos disfarçadas.
(10) Sei sempre o que os outros
deveriam fazer.
(10) Penso no que eu posso e devo
fazer.
(11) Faço uso de palavras ásperas e
realço os defeitos dos outros.
(11) Procuro usar palavras amáveis e
uma língua bondosa e me calo sobre
as faltas dos outros.
(12) O que me traz alegria são as
conquistas e realizações materi ais.
(12) O que me traz verdadeira alegria
é o meu progresso espiritual e a
oportunidade de servir.
(13) Procuro me vingar e guardo
ressentimentos.
(13) Procuro substituir pensamentos
de ódio, por pensamentos mais fortes
de amor e paz.
(14) Sou escravo de minhas
emoções, sentimentos e do meu
estado de ânimo.
(14) Sei que posso exercer o auto
controle e dominar minhas emoções,
sentimentos e estado de ânimo.
27
(15) Minha norma de conduta é
buscar satisfazer minhas
necessidades e garantir meu bemestar,
acima de tudo.
(15) Minha norma de conduta é
procurar servir a Deus e aos meus
semelhantes.
(16) Não tenho muita confiança em
mim mesmo.
(16) Eu me considero uma criação
única de Deus, feita a Sua imagem e
semelhança.
(17) Eu duvido.
(17) Eu creio
(18) Eu tenho preconceitos.
(18) Eu busco a verdade
(19)Me julgo vítima dos
acontecimentos e circunstâncias
(19) Sou responsável por aquilo que
faço e deixo de fazer e sei que tenho
capacidade para conduzir e modificar
minha vida como desejar.
(20) Penso que já tenho todo o
conhecimento necessário
(20)Tenho disposição para aprender
sempre.
(21) Eu me considero incapaz e
inferior aos demais
(21) Acredito que a luz divina está em
mim, como em todas as pessoas, e
que sou uma mina rica em jóias de
inestimável valor.
(22) Eu deixo as coisas acontecerem
ao acaso.
(22) Eu organizo e planejo.
(23) Eu me concentro no passado.
(23) Eu vivo no presente.
28
DINÂMICA: TRABALHO EM EQUIPE
MATERIAL: Gravador. CD com músicas bem animadas.
Duas argolas com fitas de elástico de 60 cm cada.
Um alvo.
OBJETIVO: Integração. Promover maior descontração. Exercitar a
colaboração e o trabalho em equipe.
DESENVOLVIMENTO:
1- O facilitador divide os participantes em duas equipes.
2- Cada participante deverá passar dentro da argola de elástico,
dirigir-se até o alvo, retornar à equipe e encostar a mão no próximo
jogador.
3- O objetivo é que todos os integrantes de cada equipe passem pela
argola no menor tempo possível. Cada equipe deverá providenciar
para que isso seja possível.
4- Plenária: Cada um expressa o que achou da dinâmica: Gostou?
Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinâmica?
Outra opção: Deixar o grupo todo como uma grande equipe, cujo
objetivo é todos passarem pela argola no menor tempo possível.
29
DINÂMICA: Formas com o corpo
MATERIAL: Gravador. CD com músicas variadas, de preferência
suaves. Papéis com a tarefa para criação de uma forma que será o
símbolo do grupo. Sugestão de formas a serem criadas: pássaro;
coração; sol; estrela; vela.
OBJETIVO: Promover a Integração entre os participantes. Estimular a
criatividade, cooperação e o trabalho em equipe.
DESENVOLVIMENTO:
1- Formar subgrupos de aproximadamente sete pessoas.
2- O Facilitador pede que um componente de cada subgrupo sorteie
um papel onde estará escrito qual será o símbolo do seu subgrupo, e
que deverá ser composto por seus integrantes com seus corpos, sem
falar. Os demais participantes deverão adivinhar através da
apresentação de cada equipe, qual é o símbolo daquele subgrupo em
questão.
3- Será dado um tempo para que cada equipe faça sua apresentação.
4- Plenária – o grupo geral comenta o trabalho, analisando a
criatividade dos subgrupos, a cooperação e como se sentiram durante
a construção das formas.
30
PALAVRAS (SÍMBOLOS) A SEREM SORTEADAS PARA OS
SUBGRUPOS:
CORAÇÃO
PÁSSARO
ESTRELA
SOL
VELA
31
DINÂMICA: DESAFIO DAS CORES
MATERIAL: Gravador. CD com músicas harmonizantes. Papel com o exercício
de auto avaliação. Papel nas cores verde, vermelho, amarelo, azul e branco.
OBJETIVO: Promover maior conhecimento de si e do grupo. Desenvolver a
capacidade de reconhecer qualidades e valores em si e nos outros.
DESENVOLVIMENTO:
Frase: “Não existe em lugar nenhum do planeta, alguém que não tenha nada a
oferecer ou nada a receber.”
1-Texto de Sensibilização:
Reconhecer os valores e o potencial das pessoas à nossa volta é o ponto de
partida para o estabelecimento da confiança nas relações interpessoais. Todos
gostamos de nos sentir qualificados. É mais fácil ver as qualidades nos outros
quando descobrimos nosso potencial, nossa força. No desafio das cores
convidamos cada um a identificar seu mapa pessoal de qualificação a partir de
uma viagem pelos caminhos das cores. O ser humano pode ser comparado ao
arco-íris, cheio de riquezas e potencialidades. Às vezes, não conseguimos
expressá-las. Nosso meio ambiente faz-nos esquecer o que somos e o que temos.
2-O Facilitador distribui as folhas e solicita que cada um preencha o exercício de
auto-avaliação.
9- Exercício de auto-avaliação:
Marque pontos de 01 à 04, de acordo com a escala:
1- raramente 2- algumas vezes 3- Freqüentemente 4- sempre
Comportamento, reações, atitudes e ações que normalmente apresento:
Verde
( ) Ousadia
( ) Inovação
Vermelho
( ) Paixão
( ) Emoção
Amarelo
( ) Energia
( ) Radiância
( ) Espontaneidade ( ) Explosão ( ) Calor
( ) Criatividade ( ) Afetividade ( ) Positivismo
( ) Flexibilidade ( ) Sensibilidade ( ) Animação
( ) Ludicidade ( ) Carinho ( ) Entusiasmo
Total: Total: Total:
Azul
( ) Organização
( ) Minúcia
( ) Boa Memória
( ) Realização do que foi planejado
( ) Capacidade de síntese
( ) Facilidade para administrar
Total:
Branco
( ) Tranqüilidade
( ) Paz
( ) Imparcialidade
( ) Negociação
( ) Docilidade
( ) Mediação
Total:
32
AVALIAÇÃO FINAL:
Minha cor positiva mais marcante (onde somei mais pontos): ..................................
A cor que preciso desenvolver mais (onde somei menos pontos): ...........................
PROSSEGUINDO...:
10- Cada participante pega uma folha na cor identificada na auto
avaliação como sua cor positiva mais marcante.
11- Em seguida, cada um escolhe duas cores, uma para o colega da
direita, e outra para o colega da esquerda, conforme a cor positiva
mais marcante que identifica em cada um. A cor escolhida será
colada na cadeira, atrás do participante.
12- Cada participante apresenta sua cor positiva mais marcante, e
depois compara-a com as outras cores que lhe foram dadas pelos
colegas.
13- Comentários: Cada um expressa o que achou da dinâmica:
Gostou? Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da
dinâmica?
33
Exercício de auto avaliação:
(folha a ser distribuída a cada participante)
Marque pontos de 01 à 04, de acordo com a escala:
1- raramente 2 - algumas vezes 3- Freqüentemente 4- sempre
Comportamento, reações, atitudes e ações que normalmente apresento:
Verde
( ) Ousadia
( ) Inovação
Vermelho
( ) Paixão
( ) Emoção
Amarelo
( ) Energia
( ) Radiância
( ) Espontaneidade ( ) Explosão ( ) Calor
( ) Criatividade ( ) Afetividade ( ) Positivismo
( ) Flexibilidade ( ) Sensibilidade ( ) Animação
( ) Ludicidade ( ) Carinho ( ) Entusiasmo
Total: Total: Total:
Azul
( ) Organização
( ) Minúcia
( ) Boa Memória
( ) Realização do que foi planejado
( ) Capacidade de síntese
( ) Facilidade para administrar
Total:
Branco
( ) Tranqüilidade
( ) Paz
( ) Imparcialidade
( ) Negociação
( ) Docilidade
( ) Mediação
Total:
AVALIAÇÃO FINAL:
Minha cor positiva mais marcante (onde somei mais pontos): ..................................
A cor que preciso desenvolver mais (onde somei menos pontos): .........................
34
DINÂMICA: GOSTO DE VOCÊ
MATERIAL: Aparelho de CD – música suave.
Papel e lápis para cada participante (cada folha de papel deverá ter
escrito: Nome: e em baixo a frase “Gosto de você porque...”)
Folhas com textos inspiracionais extraídos das sagradas escrituras.
OBJETIVO: Exercitar a capacidade de enxergar a nobreza do ser
humano; ver as qualidades de cada pessoa.
DESENVOLVIMENTO:
1- O Facilitador distribui os textos entre os participantes e solicita que
leiam fazendo um breve comentário:
2- O Facilitador acrescenta que vamos então fazer um exercício
prático, visando atender as exortações de ‘Abdu’l-Bahá. Distribui a
folha de papel para cada participante e pede que cada um escreva
o seu nome no alto da folha.
3- Em seguida, cada participante deve passar a sua folha para o
colega, que deverá escrever uma qualidade da pessoa cujo nome
está escrito na folha.
4- Este procedimento é repetido à medida que os papéis vão
passando de mão em mão, e todos vão escrevendo uma qualidade
para cada pessoa.
5- Quando a folha de cada um retorna às suas mãos, um por um,
cada participante lê as qualidades que os seus colegas lhe
atribuíram. Outra opção, é pedir que a pessoa ao lado leia as
qualidades escritas na folha do seu amigo, e vice-versa.
6- Comentários: O que achou da dinâmica? Sentiu alguma
dificuldade? Qual? Qual na sua opinião foi o objetivo da dinâmica?
Você acha que ela atingiu seus objetivos?
35
TEXTOS INSPIRACIONAIS:
“Nunca esqueçais disso: olhai um ao outro com o olhar da
perfeição”
‘Abdu’l-Bahá
“Cada um vê no outro a beleza de Deus refletida na alma e
encontrando esse ponto de semelhança, são todos atraídos
um pelo outro com amor. Este amor fará todos os homens as
ondas do mesmo mar; este amor torná-los-á as estrelas do
mesmo céu e os frutos de uma só árvore. Este amor trará a
realização da verdadeira concórdia, a base da unidade real.”
‘Abdu’l-Bahá
“Deve-se olhar para aquilo que seja louvável em cada ser
humano. Quando se faz isso, pode-se ser um amigo de todo
o gênero humano. Se, porém, olharmos para as pessoas do
ponto de vista de seus defeitos, então é tarefa muito árdua
lhes ser amigo... Assim, incumbe a nós, quando dirigimos
nosso olhar para os outros, ver aquilo em que se distinguem
e não aquilo em que falham.”
‘Abdu’l-Bahá
36
(Folha para ser distribuída a cada participante): J J J J J J
Nome:
Gosto de você porque: J
37
DINÂMICA: O PRESENTE OCULTO
MATERIAL: Gravador. CD com música suave e CD com músicas
animadas. Caixa com bombons (com número suficiente de bombons
de forma que cada participante possa ganhar um). Papéis para enrolar
a caixa. Fita durex. Obs.: Enrolar a caixa com os bombons, várias
vezes. Folhas com textos inspiracionais das Sagradas Escrituras.
OBJETIVO: Integração. Aumentar o amor e amizade entre os
participantes. Exercitar a generosidade. Encerramento das atividades.
DESENVOLVIMENTO:
1- O facilitador solicita aos participantes que sentem em círculo.
Coloca uma música suave.
2- O facilitador distribui os textos para alguns participantes e pede
para que leiam, pausadamente, e façam um breve comentário:
3- Após a leitura dos textos, o facilitador diz então que, inspirados
nessas palavras sagradas vamos conduzir nossa brincadeira.
4- Colocar uma música bem animada. Pegar a caixa enrolada com os
bombons e dar as seguintes instruções:
5- A caixa irá passar de mão em mão até que pare a música.
6- Quando a música para, quem estiver com a caixa na mão, começa
a desenrolá-la, com calma, procurando ao máximo, não rasgar o
papel. Dar um tempo de 10 segundos e recomeçar a música e a caixa
continua circulando, de mão em mão.
7- Parar a música. Repete-se o mesmo procedimento. A pessoa que
ficar com a caixa tenta desenrolá-la, dando-se um tempo de dez
segundos, e recomeça-se a música.
8- Repetir o mesmo procedimento, várias vezes, até que a caixa esteja
totalmente desenrolada. A última pessoa a ficar com a caixa, decidirá
o que fazer com o seu conteúdo. (naturalmente espera-se que a
pessoa abra caixa e distribui os bombons com todos os participantes,
como sinal de seu amor e generosidade).
9- Plenária:
Cada um expressa o que achou da dinâmica: Gostou? Sentiu alguma
dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinâmica?
38
TEXTOS INSPIRACIONAIS:
“O dar e o ser generoso é atributo Meu; bemaventurado
quem se adorna com Minha virtudes.”
Bahá’u’lláh
“Bem-aventurado quem prefere seu irmão antes de si
próprio.”
Bahá’u’lláh
“Cada um de vós deveis pensar em como tornar felizes
aos outros...”
‘Abdu’l-Bahá
“Deveis mostrar ternura e amor a todo ser humano, e a
todos dar acolhida com amizade sincera, com alegria e
benevolência... Que cada um dos bem amados de
Deus concentre a atenção nisto: ser a personificação
da misericórdia do Senhor ao homem, ser a graça do
Senhor. Que faça algum bem a toda pessoa com
quem cruza no caminho e seja-lhe de algum
benefício.”
‘Abdu’l-Bahá
39
DINÂMICA: Os Pássaros
MATERIAL: Gravador. CD com músicas animadas.
OBJETIVO: Integração. Aumentar o amor e amizade entre os participantes.
Exercitar a colaboração.
DESENVOLVIMENTO:
1- O Facilitador solicita a todos os participantes que caminhem
livremente por toda a sala ao som da música.
2- Ao comando do Facilitador, deverão ser formados “ninhos”, aos
pares, com uma dupla de participantes dando-se as mãos e elevandoas
de modo a formar um “teto” de uma casa. Esses “ninhos” deverão
abrigar um, dois, três ou muitos pássaros de uma vez, obedecendo
sempre ao comando do Facilitador.
3- O Facilitador dá repetidas ordens: “dois pássaros no ninho”; “quatro
pássaros no ninho”; etc..., etc... O objetivo é não deixar nenhum
“pássaro” sem ninho.
4- Comentários: Qual o objetivo da dinâmica?
40
DINÂMICA: Os segredos da caixa
MATERIAL: Gravador. CD com músicas animadas. Caixa com frases
para completar dobradas e colocadas em interior.
OBJETIVO: Integração. Aumentar o conhecimento entre os
participantes.
DESENVOLVIMENTO:
1- O Facilitador solicita que os participantes sentem-se em círculo e
coloca uma música bem animada.
2- Ao comando do Facilitador, uma caixa contendo várias frases
deverá passar de mão em mão ao som da música.
3- Quando a música para, a pessoa que está com a caixa na mão
abre-a, retira uma frase e completa.
4- O Facilitador novamente coloca a música e a caixa continua
circulando de mão em mão. Sempre que a música para, a pessoa
que está com a caixa deve retirar uma frase e completá-la conforme
suas próprias idéias e sentimentos.
5- A brincadeira continua até que se perca o interesse.
41
PERCEBO QUE, A CADA DIA, ESTOU ME TORNANDO ...
EU ME SINTO FELIZ QUANDO ...
O QUE EU MAIS ADMIRO NAS PESSOAS É ...
EU ME SINTO UMA PESSOA AMADA QUANDO ...
O MUNDO SERIA MAIS FELIZ SE ...
O MEU MAIOR SONHO É ...
QUANDO EU ......................................... ME SINTO UMA PESSOA
REALIZADA.
O MEU MAIOR TESOURO É ...
A MELHOR MANEIRA DE VENCER AS DIFICULDADES É ...
A MELHOR MANEIRA PARA TER GRANDES AMIGOS É ...
A FELICIDADE VERDADEIRA SE CONQUISTA ATRAVÉS ...
O QUE MAIS ME MARCOU EM MINHA VIDA FOI ...
NA NATUREZA, O QUE MAIS ME ENCANTA É ...
A MINHA MAIOR CONQUISTA FOI ...
42
O QUE EU PRETENDO CONQUISTAR NO FUTURO É ...
CONSIDERO A FASE ATUAL DA MINHA VIDA COMO ...
UM AMIGO VERDADEIRO É AQUELE QUE ...
O QUE EU MAIS ESPERO DAS PESSOAS QUE AMO É ...
O MAIOR DESAFIO PARA UMA PESSOA DEVE SER ...
O QUE PODE ASSEGURAR A UNIDADE É ...
O QUE ME FAZ SENTIR BEM EM UM AMBIENTE OU LUGAR
É ...
EU ME CONSIDERO UMA PESSOA ...
EU GOSTARIA QUE SE LEMBRASSEM DE MIM COMO UMA
PESSOA...
SE EU PUDESSE PEDIR AO GÊNIO DA LÂMPADA UMA
QUALIDADE, EU PEDIRIA ...
PARA SE CRESCER COMO SER HUMANO É NECESSÁRIO ...
A PALAVRA QUE MELHOR DEFINE ESSE GRUPO É ...
EU ACHO QUE AS PESSOAS ME CONSIDERAM UMA PESSOA
...
O QUE TORNA UMA PESSOA FASCINANTE É ...
ATUALMENTE, AS IDÉIAS QUE MAIS OCUPAM MEUS
PENSAMENTOS SÃO ...
43
DAQUI A DEZ ANOS EU GOSTARIA DE ESTAR ...
AS ATIVIDADES QUE MAIS ME DÃO PRAZER SÃO ...
QUANDO ESTOU FELIZ EU ...
CONSIDERO QUE A VERDADEIRA RIQUEZA É ...
ACHO QUE A MELHOR MANEIRA DE SE APROVEITAR BEM
A VIDA É ...
O MAIOR OBJETIVO NA MINHA VIDA É ...
UMA PESSOA PODE CONQUISTAR UMA VIDA TRANQUILA
ATRAVÉS ...
QUANDO NÃO HÁ ORGANIZAÇÃO O RESULTADO É ...
RESPEITAR OS OUTROS SIGNIFICA ...
EU SINTO QUE AS PESSOAS ME RESPEITAM QUANDO ...
A MELHOR MANEIRA PARA RELACIONAR-SE BEM COM
TODAS AS PESSOAS É ...
A MAIOR FORÇA DE UM GRUPO ESTÁ ...
SE EU FOSSE UM NÁUFRAGO, AGARRADO A UM TRONCO,
PENSARIA ...
PARAÍSO PARA MIM SIGNIFICA ...
EU CONFIO NAS PESSOAS QUE ...
44
A MELHOR MANEIRA DE DEMONSTRAR QUE AMAMOS AS
PESSOAS É ....
SE EU NÃO FOSSE QUEM EU SOU, EU GOSTARIA DE SER ...
SE EU FOSSE UM ANIMAL EU GOSTARIA DE SER ... PORQUE
...
A PARTE DO MEU CORPO QUE EU MAIS GOSTO É ...
SE EU ACERTASSE HOJE NA LOTERIA EU...
SE EU ESTIVESSE PERDIDO NO MEIO DA SELVA, EU...
SE EU FOSSE CAPTURADO POR UMA TRIBO DE CANIBAIS,
EU DIRIA ...
EU ME SINTO MUITO ATRAENTE QUANDO...
A PESSOA MAIS INCRÍVEL QUE EU CONHEÇO É ...
SE EU FOSSE UM SUPER HERÓI OU SUPER HEROINA, EU
GOSTARIA DE SER O/A ...
45
ENTRE A BELEZA E A RIQUEZA EU ESCOLHO ...
QUANDO EU ME APAIXONO POR ALGUÉM EU ...
O MAIOR “MICO” QUE EU PAGUEI EM MINHA VIDA FOI...
UMA COMIDA QUE ME DEIXA COM ÁGUA NA BOCA É...
O QUE ME DEIXA MUITO ZANGADO(a) E ME TIRA DO SÉRIO
É ...
SE ALGUÉM QUISER ME DEIXAR MUITO FELIZ DEVE...
UM LUGAR QUE ME TRAZ RECORDAÇÕES MUITO BOAS É...
A PESSOA QUE EU PROCURO PARA COMPARTILHAR A
MINHA VIDA É UMA PESSOA...
QUANDO EU FICAR MAIS VELHO(A) EU QUERO...
A LEMBRANÇA MAIS FELIZ QUE EU TENHO É...
SE EU PUDESSE ESCOLHER OUTRO NOME PARA MIM EU
ESCOLHERIA...
A COMIDA QUE EU NÃO COMO DE JEITO NENHUM É...
EU NÃO PODERIA VIVER SEM...
QUANDO EU OBSERVO A SITUAÇÃO DO MUNDO ATUAL
EU...
46
DINÂMICA: Posso escolher
MATERIAL: Tiras de papel recortadas, sendo que em cada tira está
escrita uma qualidade.
OBJETIVO: Favorecer a reflexão sobre aspectos da dimensão
espiritual do ser humano; aprofundar o auto conhecimento; destacar a
necessidade de autoavaliação, de desenvolver a capacidade de tomar
decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas, para o
desenvolvimento integral do ser humano.
DESENVOLVIMENTO:
1-O Facilitador distribui as tiras de papel dobradas para os
participantes.
2- O Facilitador orienta que cada participante deve ler a qualidade
escrita em seu pedaço de papel em voz alta, e substituí-la por seu
antônimo (contrário).
3- Após ter percorrido toda a roda, o facilitador solicita comentários
sobre a dinâmica e seus objetivos.
Antes ler os seguintes textos e refletir sobre eles:
“O ignorante não é aquele sem instrução, é aquele que não conhece
a si próprio.”
“O homem deve conhecer a si próprio e reconhecer o que leva à
sublimidade ou à humilhação, à glória ou ao rebaixamento, à riqueza
ou à pobreza.”
(Bahá’u’lláh, Epístolas de Bahá’u’llah, 43)
“Aquele que conhece o outro é sábio. Aquele que conhece a si
mesmo é iluminado.”
“O maior poder que alguém possuí, é o poder de escolher.”
47
“Verdadeiramente, é mil vezes melhor para o homem morrer do que
continuar vivendo sem virtudes... O Deus Todo-Amoroso criou o
homem para irradiar a luz Divina e iluminar o mundo por meio de
suas palavras, ação e vida. Se ele não for virtuoso, não será melhor
do que um simples animal...”
(Palestras de ‘Abdu’l-Bahá,92)
“Eu sou o resultado de meus atos, herdeiro de meus atos.”
“A mente de um homem pode fazê-lo um Buda (iluminado) ou uma
fera.
Corrompido pelo erro, torna-se um demônio; iluminado, torna-se um
Buda. Controlai portanto, vossa própria mente e não a deixeis afastar
do caminho correto.”
(A Doutrina de Buda, p.2; 134)
“Daí ouvidos àquilo que é o maior bem; com mente clara observai
os dois lados entre os quais cada homem precisa escolher por si
próprio, alerta, de prontidão, para que a grande provação possa ser
vencida.”
(Zoroastro Vispa Humata, Apud. Masani, 72)
48
TRISTEZA
EGOÍSMO
ÓDIO
MALDADE
DESCONFIANÇA
INCONSTÂNCIA
COVARDIA
DESCRENÇA
FRAQUEZA
INSATISFAÇÃO
INDELICADEZA
APEGO
49
INGRATIDÃO
ARROGÂNCIA
ACOMODAÇÃO
HIPOCRISIA
EXAGERO
DESOBEDIÊNCIA
DESORGANIZAÇÃO
JULGAMENTO/CRÍTICA
IMPACIÊNCIA/IMEDIATISMO
DESRESPEITO
FRIEZA/APATIA
IRRESPONSABILIDADE
MALÍCIA / INDECÊNCIA
50
DESASSOSSEGO / INQUIETUDE
CONFLITO
ATRASO
PESSIMISMO
INJUSTIÇA
FALSIDADE / MENTIRA
DESLEIXO
VAIDADE
RIGIDEZ / TEIMOSIA
51
DINÂMICA DO CORAÇÃO
Objetivos: Abrir espaços para uma comunicação mais íntima e
profunda. Partilhar os sentimentos.
Material: Folha em branco para todos os participantes. Caneta ou
pincel.
Desenvolvimento:
· Entrega-se uma folha em branco para cada participante que vai
desenhar um coração grande e colocar seu nome fora do coração
· Divide-se o coração em quatro partes. Na primeira parte do
coração, fazer um símbolo que relate um fato importante que você
realizou (sua maior realização pessoal). Na segunda parte um fato
importante que sua família realizou (o maior acontecimento). Na
terceira parte, a coisa mais importante que você pretende realizar
nos próximos dois anos. Na Quarta parte, a coisa mais importante
que sua família almeja realizar ou alcançar nos próximos dois anos.
· Em pequenos grupos, partilhar a experiência, expondo o que
desenhou.
· Se julgar necessário, continuar a partilha em plenário.
· No final avaliar a dinâmica, os sentimentos e o aprendizado.
52
TÉCNICA DO DESENHO
Objetivos
Confrontar o aqui-e-agora em que cada pessoa se encontra; sua
vivência, sentimentos, expectativas e perspectivas.
Material
Folhas em branco para todos os participantes. Caneta ou pincel
atômico. Toca-fitas e cd com música suave.
Desenvolvimento:
· Cada participante, em silêncio, procurará retratar seu momento
atual através de um desenho. É importante que se confrontem com
o conteúdo mais íntimo de seu eu. Seria bom, neste momento,
colocar o fundo musical apropriado.
· Num segundo momento as pessoas são convidadas a se reunir em
subgrupos e aí se apresentarão dizendo o próprio nome, de onde
vêm, mostrando o seu desenho, expressando-se acerca de si
mesmas.
· O grupo escolherá um desenho para ser o seu símbolo,
apresentando sua justificativa.
· Partilha em plenário (grupão)
· No final avaliar o que a dinâmica trouxe de novo, em termos de
sentimento, experiência e conhecimento.
Obs: Pode-se pedir para desenhar outras situações, como a família, o
próprio grupo, etc. E avaliar como estão as relações, onde se
desenhou, próximo a quem, alguém ficou de fora, alguém foi
desenhada/o de forma diferente. Refletir o que isso expressa da
própria experiência de vida e aprofundar as questões de fundo.
53
DINÂMICA DA PIZZA
Objetivos: Verificar a capacidade de priorizar assuntos; ver qual a
importância dada a cada assunto proposto. Controle pessoal do
tempo.
Material: Folha em branco para todos os participantes. Caneta ou
pincel atômico.
Desenvolvimento:
· O facilitador propõe temas (assuntos) a serem discutidos pelo
grupo. Cada participante é motivado a fazer sua escolha acerca do
assunto de maior importância para si.
· Cada assunto será identificado pela primeira letra da palavra.
· Cada participante desenha, na folha de papel, um círculo, coloca as
letras iniciais dos assuntos propostos e, de acordo com a
proporções divide o círculo em partes, ficando a parte maior para o
assunto de seu maior interesse, e a parte menor para o assunto de
menor interesse.
· Em seguida, cada um poderá mostrar seu desenho para os outros e
discutir sobre as várias divisões feitas.
· Descobri o porquê das preferências por um ou outro assunto.
Exemplo de temas: droga, sexo, namoro, política, afetividade,
sexualidade, espiritualidade, pais e filhos, educação, eleições,
violência, etc.
54
DINÂMICA: CONTEMPLANDO A NATUREZA
Objetivo: Conhecimento pessoal e identificação com elementos da
natureza. Despertar para a presença de Deus em Sua criação.
Material: Elementos da natureza (água, pedras, plantas, etc...)
Desenvolvimento:
· O Facilitador orienta o grupo, motivando-o à contemplação. Todos
deverão sair da sala e buscar contemplar o harmonioso conjunto
formado das variadas e ricas expressões da natureza. Neste
conjunto, a pessoa procurará um elemento que lhe chame a
atenção de forma especial. Apanhando-o, refletirá sobre este
elemento. O que fez você escolhê-lo? Que mensagem ele oferece?
Qual nome de Deus esse elemento expressa, na sua opinião?
· Partilha-se a reflexão com o grupo.
· O grupo escolhe um elemento (ou objeto) como seu símbolo.
· No final avaliar a dinâmica, os sentimentos, experiências e
descobertas do grupo.
Obs: O mesmo pode ser feito com uma caixa com os mais variados
objetos.
55
DINÂMICA: QUEM SOU EU
Objetivo: Conhecimento pessoal.
Material: Folha em branco para todos os participantes.
Desenvolvimento:
· Motivar os participantes a refletir sobre o valor da vida.
· Cada um escreverá na sua folha o que pretende ser na vida, bem
como seus valores, habilidades, limites.
· Responder às perguntas: Quem sou eu? O que quero ser? Quais
as minhas metas? Meus objetivos, ilusões? Quais meus limites?
Como atuo para chegar ao meu sonho?
· Terminada a reflexão pessoal, junta-se com os outros para
comunicar a “radiografia” feita.
· Ao final é bom que se comuniquem os sentimentos, ou seja, como
cada um se sentiu ao escrever e ao partilhar sobre si, seu eu, seus
projetos.
56
DINÂMICA: QUALIDADES
Objetivos: Ressaltar o positivo do grupo.
Material: Folhas de papel em branco. Alfinetes. Música bem animada.
Desenvolvimento:
· Cada participante recebe uma folha em branco, onde deverá
escrever seu nome no centro, no alto da folha. Abaixo do nome
deve estar escrito: “É uma pessoa...
· Convida-se o grupo a refletir sobre as próprias qualidades.
· Depois que cada um escreveu suas qualidades em silêncio,
entrega-se a todos um alfinete para que prendam a folha às costas.
· Em seguida, todos vão percorrendo a sala, ao som da música, e
lendo os valores uns dos outros e acrescentando na listagem do
companheiro alguma qualidade que se possa atribuir a ele.
· Depois todos retiram o papel das costas e vão ler o que os colegas
acrescentaram. Pode-se fazer trocas e uns lerem as folhas dos
outros.
· No final, avaliar o que a dinâmica trouxe de novo, em termos de
sentimento, experiência e conhecimento.
57
DINÂMICA: AS GRAVURAS
Objetivos: Ampliar o conhecimento de si e interpessoal. Promover a
participação de todos com maior espontaneidade.
Material: Gravuras recortadas e coladas em cartões de papel (de
preferência papel cartão). As gravuras devem ser realistas, não sejam
personagens conhecidos, sejam grandes.
Frases inspiradoras, digitadas, recortadas e coladas atrás dos cartões.
Desenvolvimento:
· Espalhar os cartões com as gravuras e convidar as pessoas a
circular em volta das gravuras, escolhendo aquela que tenha algo
com que se identifique.
· Escolhida a gravura, cada pessoa pega seu cartão e volta ao seu
lugar de origem.
· Depois cada participante falará sobre sua escolha
espontaneamente, sobre como a gravura se identifica com ele, e
tecendo suas reflexões sobre a frase lida.
Obs: Se o grupo for grande, inicialmente pode-se fazer a partilha em
dupla ou pequenos grupos. Depois o grupo escolhe uma gravura e a
frase com a qual mais se identificou para ser apresentada em plenário.
· Finalmente, avaliar como cada um se sentiu e o que descobriu de
novo com a dinâmica.
58
DINÂMICA: O ESPELHO
Objetivo: Despertar para a valorização de si. Encontrar-se consigo e
com seus valores.
Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa. O ambiente
deve ser de silêncio e interiorização.
Desenvolvimento:
· O facilitador motiva o grupo: “Existe alguém que lhes é de grande
significado. É uma pessoa muito importante para você, a quem
você gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos,
alguém que você ama de verdade... com quem estabeleceu íntima
comunhão... que merece todo seu cuidado, com quem está
sintonizado permanentemente... Entre em contato com esta
pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que
fazem dela o grande sentido da sua vida...”(Deixar um tempo para
esta interiorização)
· Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa
que é o grande significado de sua vida.
· Em seguida, o facilitador orienta para que todos se dirijam ao local
onde está a caixa (um por vez). Todos deverão olhar o conteúdo e
voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem
se comunicar com os demais.
· Finalmente, se compartilha os próprios sentimentos, das reflexões e
conclusões de cada um. É muito importante conversar sobre os
objetivos da dinâmica.
59
DINÂMICA: AS PEDRAS
Objetivos: Despertar para a originalidade de cada um como pessoa.
Descobrir detalhes de sua pessoa que marcam diferenças – somos
únicos, originais, diferentes...
Material: Muitas pedras, das mais variadas formas, porém do mesmo
estilo para que a sua diferenciação não seja muito facilitada. Cd,
música suave.
Desenvolvimento:
· O Facilitador coloca todas as pedras no centro do círculo de modo
que todos possam vê-las. Em seguida motiva o grupo para
observar bem cada pedra que está no chão e escolher uma com a
qual se identifica por algum motivo (cada pessoa deve escolher a
“sua” pedra)
· Assim que todos tiverem feito sua escolha, sugerimos um momento
de reflexão pessoal, em que cada um deverá encontrar, na “sua”
pedra, suas próprias características pessoais. (Neste momento,
coloca-se um fundo musical suave.)
· As pedras deverão então ser devolvidas ao centro do círculo, de
modo que todos voltem a vê-las.
· Depois de observar novamente todas as pedras, cada um vai pegar
a “sua” novamente. (Isso é muito importante. Os detalhes irão
ajudar. Quem sabe um ajuda o outro, se por acaso alguém se
confundir na hora de pegar a sua entre todas as outras.)
· Finalmente, todos são convidados a partilhar, falando sobre a “sua”
pedra, ou seja, sobre si mesmos.
· Encerra-se a dinâmica com uma avaliação, valorizando bastante as
descobertas feitas e os sentimentos partilhados.
60
DINÂMICA: MINHAS QUALIDADES
Objetivos: Reconhecer suas próprias qualidades e as qualidades dos
outros. Partilha.
Material: cartões onde devem estar escritas qualidades, as mais
diversas possíveis.
Desenvolvimento:
· Cada participante escolhe um cartão com uma determinada
qualidade, por exemplo, otimismo, alegria, esperança,
solidariedade, justiça, gratidão, honestidade, etc...
· Alguns instantes de reflexão pessoal.
· Cada participante vai então falar um pouco sobre aquela qualidade:
qual sua importância, o que representa para ele ou ela, se possui
ou não essa qualidade apresentada no cartão, justificando-se.
· Ao final da dinâmica, é bom que cada um partilhe como se sentiu
no correr da dinâmica, bem como as qualidades que descobriu em
si e nos outros companheiros.
61
DINÂMICA: NÚMEROS
Objetivos: Despertar para a originalidade de cada pessoa como um
ser único.
Material: Papéizinhos numerados do 1 ao número de participantes do
grupo (sem repetir números)
Desenvolvimento:
· Cada participante recebe um papel com um número qualquer e
deve sair procurando outro que tenha número correspondente ao
seu.
· Nesta procura, ninguém encontrará seu número correspondente, ou
seja, o número de seu parceiro.
· É importante, ao final, discutir sobre a originalidade de cada um de
nós. Somos seres irrepetíveis. Devemos respeitar a singularidade
do outro e a nossa própria singularidade.
· Avaliar a experiência e os sentimentos.
62
DINÂMICA DOS CARTÕES
Objetivos: Descobrir o outro e aprofundar as relações interpessoais.
Identificar os fatores que dificultam a interação pessoal. Remover
obstáculos, no caso específico do grupo, que distanciam a
manifestação de afeto. Acelerar o processo natural do relacionamento
entre os membros do grupo.
Material
Cartões de cores variadas, contendo cada um provocações para a
partilha. Por exemplo:
Cartões azuis
1-Consegue-se êxito na vida...
2- Trabalhar com alegria significa...
3- Sofrer bastante é...
4- Uma pessoa jamais envelhece se ...
Cartões Brancos:
1- A beleza de uma pessoa está em ...
2- Aprendi muito com o sofrimento quando...
3- Senti que prestei ajuda a alguém quando...
4- Pessoa de quem não quero me esquecer é ...
Cartões Amarelos:
1- Faz bastante tempo que...
2- Um fracasso que transformei em sucesso foi...
3- Uma amizade que me representou grande ajuda foi...
4- Um desafio que venci foi...
Cartões Verdes
1- Mais que ter idade, ser adulto é...
2- Sei que minha limitação foi posta à prova quando...
3- É difícil mas não impossível vencer...
4- Uma verdade de que não gostei mas que me ajudou foi...
Cartões Vermelhos
1- Nada me frustrou mais que...
2- Um professor que, sem saber, me ajudou bastante foi...
63
3- Quem diria, mas aprendi...
4- De meu pai fica a lembrança...
Cartões Rosas:
1- Um provérbio que a prática ensinou ser verdade é...
2- Senti-me útil quando...
3- Um livro que me deixou marcas foi...
4- É uma pessoa que admiro porque...
Desenvolvimento:
· Para o cumprimento dessa atividade cada participante receberá um
cartão contendo quatro experiências a serem relatadas. Caberá a
cada participante escolher de uma a três experiências do cartão,
com as quais fará um intercâmbio com o grupo.
· São formados grupos de seis pessoas que deverão partilhar
experiências e opiniões por uns vinte minutos.
· Findo o tempo, os grupos são desfeitos e o facilitador apresenta a
todos a proposta de uma discussão voltada para a resposta a três
questões básicas:
a) Alguém ouviu alguma experiência que poderá servir-lhe numa
eventual oportunidade? Qual? Porquê?
b) Até que ponto foram alcançados os objetivos propostos
inicialmente?
c) Como você se sentia no início da dinâmica? E agora?
64
DINÂMICA: EXPERIÊNCIA
Objetivos: Descobrir o outro e aprofundar as relações interpessoais.
Identificar os fatores que dificultam a interação pessoal. Remover
obstáculos, no caso específico do grupo, que distanciam a
manifestação de afeto. Acelerar o processo natural do relacionamento
entre os membros do grupo.
Material: Folhas previamente preparadas, contendo as seguintes
questões (ou outras)
a) Qual seu hobby predileto?
b) O que mais o aborrece na vida?
c) O que lhe causa grande vontade de viver?
d) Quais, entre suas emoções, são as de mais difícil controle?
e) Escolha uma pessoa do grupo que lhe seja mais atraente?
f) Que traços de sua personalidade considera mais marcantes?
g) Como foi sua infância?
h) Que tipo de personalidade você considera marcante?
i) Quais seus receios em relação a este grupo?
j) Se não tivesse esse seu nome, que nome escolheria para si
mesmo?
k) A que tipo de filme você gosta de assistir?
l) Excluindo doença ou morte em família, que tipo de problema pode
tirar sua tranqüilidade?
Desenvolvimento:
· Inicia-se o trabalho individualmente: um momento de reflexão
pessoal em que cada participante tentará responder a todas estas
questões.
· Em seguida o animador convida a todos para uma partilha em
pequenos grupos.
· Finalmente, pode-se concluir em plenário, celebrando a experiência
feita.
65
DINÂMICA: CONSTELAÇÃO DE AMIGOS
Objetivo: Levar cada participante a tomar consciência das relações
atuais, percebendo o grau de mútua influência: pessoas que os
influenciam e pessoas que são influenciadas por elas.
Material: Papel em branco e caneta para todos os participantes.
Desenvolvimento:
· O facilitador pede a todos para pegar uma folha em branco e
marcar um ponto bem no centro. O ponto significa a própria pessoa.
Assim, situando-se no centro, assinalar desde o ponto central da
folha, com flechas mais ou menos longas, as pessoas que mais
aprecia ou aquelas que mais o apreciam; aquelas que você
influencia ou aquelas que influenciam você. Estas relações serão
representadas por sinais:
a) flecha com a ponta para fora: pessoas que eu influencio ou que
aprecio;
b) flecha com a ponta para dentro: pessoas que me influenciam ou
que gostam de mim;
c) flecha em duplo sentido: relação mutuamente correspondida.
d) Flecha interrompida: relação quebrada
e) Flecha interrompida com uma barra: relação através de um
intermediário.
f) Flecha interrompida com um muro: há um bloqueio ou muralha que
impede a relação.
· Em grupos de três, cada um partilha com o companheiro o que
tentou expressar na sua constelação de relações.
· Em plenário o facilitador poderá formular questões como estas:
ficou fora da constelação algum dos parentes mais próximos? O
que indicam essas omissões ou ausências? Houve adultos na
constelação de pessoas indicadas? Houve colegas do grupo? Cada
um tem muitas ou poucas relações afetivas? As pessoas que me
influenciam ajudam-me na caminhada, etc...
· Finalmente, se avaliar o que cada um descobriu de novo e como se
sentiu.
66
DINÂMICA: A LIÇÃO DOS GANSOS
MATERIAL: Gravador. CD com música suave. Texto “A Lição dos
Gansos” (cópia para cada participante.
OBJETIVO: Vivenciar o espírito de grupo. Ressaltar a importância da
unidade, cooperação e incentivo.
DESENVOLVIMENTO:
1- Formar equipes e distribuir cópias do texto “A Lição dos Gansos”
para cada participante.
2- As equipes deverão, em dez minutos, refletir acerca das lições que
podem ser extraídas de cada item com as relações humanas e
registrá-las nas linhas em branco.
3- Feito isso, peça as equipes que compartilhem com todo o grupo
suas reflexões. Solicite que estabeleçam relações consigo mesmos.
Até que ponto buscam a mesma direção, quando em grupo? Que tipo
de relacionamento estabelecem com os que lideram? Que
associações podemos fazer dessas lições com nossos serviços à
Causa e na vida comunitária baha’í?
4- Depois distribua o texto já com as analogias feitas e peça leitura em
voz alta.
5- Plenária – o grupo comenta o trabalho, analisando qual o objetivo
da dinâmica.
67
A LIÇÃO DOS GANSOS
Para reflexão sobre as lições que podemos extrair para as
relações humanas.
No outono, quando se vê bandos de gansos voando
rumo ao sul, formando um grande “V” no céu, indaga-se
sobre o porquê de voarem desta forma. A ciência já descobriu
que quando cada ave bate asas, move o ar para cima,
ajudando a sustentar a ave imediatamente detrás. Ao voar
em forma de “V”, o bando se beneficia de pelo menos 71% a
mais de força de vôo do que uma ave voando sozinha.
Lição: As pessoas que compartilham uma direção, tem a mesma
visão e um senso de comunidade, podem atingir seus objetivos de
forma mais rápida e fácil, pois atuam beneficiando-se de impulso
mútuo.
Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente
a resistência, o esforço e dificuldade para continuar voando
sozinho. Rapidamente o ganso entra outra vez em formação
para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que
voa à sua frente.
Lição: A unidade e cooperação são fundamentais em todos os setores
da nossa vida. Um indivíduo sozinho pode fazer muito pouco
comparado ao que um grupo unido pode realizar. Se tivéssemos o
mesmo sentido dos gansos, nos manteríamos em formação,
colaborando com os que lideram o caminho para onde também
desejamos seguir.
68
Quando o ganso líder se cansa, ele muda de posição
dentro da formação e outro ganso assume a liderança.
Lição: É importante nos revezarmos em tarefas difíceis e cansativas.
Todos os membros do grupo são colaboradores ativos e responsáveis
por assegurar a continuidade dos esforços e a conquista dos objetivos.
Quando todos colaboram, todos ganham.
Os gansos detrás gritam, encorajando os da frente para
que mantenham o esforço e a velocidade.
Lição: Todos precisamos de apoio e incentivo para continuar em
nossos esforços e enfrentar as batalhas da vida. Pode ser uma
palavra amiga, um gesto de carinho, uma atitude compreensiva ou até
mesmo um ombro para chorar.
Convém lembrarmos que a crítica é fútil. Em vez de criticar
escolhamos compreender, auxiliar, sugerir, consultar, orientar, sempre
dentro de um espírito de colaboração.
Quando um ganso fica doente, ou ferido, e cai, dois
gansos saem da formação e o acompanham para ajudá-lo e
protegê-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente,
ou até que morra. Só então levantam vôo sozinhos ou em
outra formação a fim de alcançar seu bando.
Lição: Precisamos aprender a ser solidários como os gansos. A
consideração pelo outro é a base do bem-viver, da boa sociedade.
Como disse Charles Chaplin: “Mais do que máquinas, precisamos de
humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de afeição e
doçura. Sem estas virtudes a vida será de violência e tudo estará
perdido.”
É muito simples: Leve o amor aonde você for. Em sua casa, dê amor a
seus filhos, a seu marido ou sua esposa, a seus pais. No seu
ambiente de trabalho, procure tratar os seus colegas com amor.
Aqueles que cruzam o seu caminho devem partir mais felizes,
melhores. Fomos criados para tornar manifesta a glória de Deus que
habita em nós e sermos a expressão viva da bondade de Deus a
todas as criaturas.
69
DINÂMICA: AUTÓGRAFOS
OBJETIVOS:
a) Quebrar o “gelo”;
b) Descontrair e promover o conhecimento entre os participantes;
c) Aproximar as pessoas;
d) Identificar diferenças e semelhanças;
e) Promover uma reflexão quanto ao “dar” e “receber”, destacando que
mais do que receber devemos estar dispostos a dar, a colaborar com
os nossos semelhantes.
PROCEDIMENTOS:
a) Distribuir a folha de autógrafos
b) Solicitar que cada pessoa escolha e assinale, da forma que quiser,
apenas dez itens.
c) Quando todos tiverem assinalado, cada pessoa irá em busca dos
autógrafos/assinaturas das pessoas que se enquadrem nos itens
assinalados
d) Uma pessoa pode se enquadrar em vários itens.
e) Um mesmo item pode se adequar a várias pessoas.
f) Deve ser direto. Ex: Você tem medo de viajar de avião? Se a
resposta for sim, a pessoa deve assinar na folha da pessoa que
perguntou.
Ao final, o facilitador conduz alguns comentários e depoimentos
do grupo:
- O que foi mais curioso ou surpreendente para você?
- Teve alguém com quem você se identificou?
- Quem conseguiu mais assinaturas?
- Com o que você se preocupou mais: em dar assinaturas ou em
pegar assinaturas.
- Qual o objetivo desse exercício?
70
Selecione apenas dez itens e colha o autógrafo:
1- É uma pessoa criativa
2- É sonâmbulo
3- Prefere trabalhar sozinho
4- Gosta de ler revistas em quadrinhos
5- Gosta de tomar banho de chuva
6- Costuma cantar no chuveiro
7- É perfeccionista
8- Gosta de caminhar
9- Curte os Beatles e Rolling Stones
10- Gosta muito de comer
11- Passa horas na frente do espelho
12- Toca algum instrumento musical
13- Entrou na onda da ginástica
14- Levou o maior tombo em público
15- Tem medo de dormir no escuro
16- Faz poesia quando está apaixonado (a)
17- Entra em pânico diante de uma simples barata
18- Gosta de filmes de terror
19- Gosta de passear no shopping
20- Tem medo de viajar de avião
21- Gosta de praia
22- Ronca alto ao dormir
23- Ao tomar banho, leva mais de meia hora no chuveiro
24- É um(a) tremendo(a) barbeiro(a) ao volante
25- Acredita em amor à primeira vista
26- Leva trabalho para casa
27- Tem um bicho de estimação
28- Gosta de contar piadas
29- Gosta de dançar vários tipos de música
30- Gosta de falar em público
71
DINÂMICA: ABRAÇO
OBJETIVOS:
a) Quebrar o “gelo”;
b) Descontrair e promover o conhecimento entre os participantes;
d) Aproximar as pessoas;
MATERIAL:
Folha de papel para cada participante com o texto “Abraço é”.
Aparelho de som e CD com música calma, inspiradora.
PROCEDIMENTOS:
1- Grupo em Círculo de pé.
2- O Facilitador distribui as folhas de papel com o texto.
3- O texto é lido em voz alta pelos participantes, sendo que cada
parágrafo é lido por uma pessoa.
4- O Facilitador convida o grupo a praticar os vários tipos de
abraço. Escolhe um dos participantes para demonstrar cada
abraço e os outros participantes, em dupla, deverão imitar:
Abraço padrão; Abraço de rosto colado; Abraço sanduíche; Abraço
de lado; Abraço relâmpago; Abraço grupal (veja folha com
desenhos, em anexo).
5- Comentários sobre a dinâmica. Qual o objetivo da dinâmica?
72
ABRAÇO É ...
Abraço é saudável. Ajuda o sistema imunológico, cura a
depressão, reduz o estresse e induz ao sono. Revigora,
rejuvenesce e não tem efeitos colaterais. Abraço é um
remédio miraculoso.
Abraço é absolutamente natural. É orgânico, não
poluente, naturalmente doce, não contém ingredientes
artificiais, é ambientalmente correto e 100% integral.
Abraço é o presente ideal. Excelente para qualquer
ocasião, bom para dar e receber demonstra seu carinho, vem
em embalagem própria e, certamente, é totalmente restituível.
Abraço é praticamente perfeito, Dispensa pilhas e
prestações mensais, é à prova de fogo, de roubo, e isento de
impostos.
Abraço é um recurso, pouco explorado, de poderes
mágicos. Quando abrimos o coração e os braços,
estimulamos outros a fazerem o mesmo.
Pense nas pessoas de sua vida. Observe as pessoas a
sua volta. Que tal você compartilhar com elas a magia de um
abraço? Está esperando que alguma delas dê o primeiro
abraço? Não espere mais! Comece você mesmo!
73
DINÂMICA: AVALIANDO
OBJETIVO:
Avaliação do Curso ou Evento
MATERIAL:
Folhas de papel com desenhos (símbolos): vela; sol; sorriso; coração
ponto de interrogação; uma figura com um horizonte bem bonito, etc.
Aparelho de som e CD com música calma, inspiradora.
PROCEDIMENTOS:
1- As folhas de papel são colocadas em uma mesa no centro do
Círculo.
2- O facilitador solicita que os participantes se aproximem e
observem cada símbolo, fazendo uma relação com o evento.
3- O facilitador solicita que cada subgrupo, conforme o símbolo
escolhido, compartilhe com o grupão porque escolheu
determinado desenho e qual a relação que vê com o curso ou
evento.
74
DINÂMICAS
DE
RECREAÇÃO
A objetivo das dinâmicas é descontrair, brincar, fortalecer os laços de
amizade entre os membros do grupo. Favorecem a participação, a integração e
coesão, para crescimento e busca de metas comuns. São ótimas para aqueles
momentos de sono, de moleza, depois do almoço ou após blocos de trabalho
mais longos.
75
DINÂMICA: TEMPESTADE
OBJETIVO:
É um excelente “vitalizador” para pós-almoço, sendo adequado,
preferencialmente, para grupos de até 40 pessoas.
PROCEDIMENTOS: O facilitador orienta que todos coloquem as
cadeiras em círculo, e guardem todos os seus objetos (bolsas, pastas,
materiais do evento, etc...) para que não caiam e se percam.
O facilitador solicita um voluntário – que deverá colocar a sua cadeira
no centro do Círculo – e prossegue com as orientações:
1- “Vocês estão em pleno oceano, dentro de um grande barco.
Todos são passageiros ou tripulantes e a pessoa que está no
centro é o comandante do barco;”
2- “O comandante comenta que o mar está tranqüilo, em total
calmaria;”
3- “Em dado momento, ele (o comandante) dirá: ´duas ondas nos
empurram para a direita´ - Todos devem pular duas cadeiras
para a direita. Se ele disser: ´uma onda nos empurra para a
esquerda´, todos devem voltar uma cadeira para a esquerda, e
assim por diante, sempre seguindo-se a ordem do comandante.
Se ele disser `uma onda nos empurra para a frente`, todos
devem levantar e sentar rapidamente (tipo ´ola´). Se ele gritar
´tempestade`, tocos correm e trocam de cadeira, inclusive o
comandante. Quem sobrar, será o comandante e continuará a
brincadeira.
76
DINÂMICA: SALVE-SE COM UM ABRAÇO
OBJETIVO:
É um excelente “vitalizador” para grupos que já se conhecem e
necessitam, sempre, exercitar e “adubar” as relações interpessoais.
MATERIAL:
Aparelho de som e CDS com músicas bem animadas.
PROCEDIMENTO:
O facilitador solicita que todos fiquem de pé, livres, soltos, sem nada
nas mãos, entrega um balão (bexiga) a uma pessoa, pede-lhe que o
encha, dê um nó no balão e prossegue nas orientações:
1- “Vocês vão dançar à vontade, em todo esse ambiente, soltos
(sem pegar nas mãos uns dos outros), conforme o ritmo da
música;”
2- “Tem uma pessoa que está segurando um balão. No momento
em que eu parar a música, todas as pessoas, em dupla, se
abraçarão;”
3- “Aquela que estiver com o balão, deve entrega-lo à pessoa que
estiver mais perto e que não esteja abraçada com ninguém.
NÃO DEVE JOGAR O BALÃO E A PESSOA QUE FOR
ESCOLHIDA DEVE RECEBÊ-LO e reiniciar a brincadeira;”
4- “A música toca e todos voltam a dançar SOLTOS, SOZINHOS.
O balão está em outra mão... A música para, outra vez, e novas
duplas se abraçam e o balão é entregue a outra pessoa... e,
assim, sucessivamente.
5- A atividade prossegue dentro da conveniência do facilitador. O
princípio é: TODOS PRECISAM SER SALVOS... COM UM
ABRAÇO.
77
DINÂMICA: “OLÁ MEU BICHINHO!”
OBJETIVO: lazer e descontração.
MATERIAL:
Aparelho de som e CDs com músicas bem animadas. Uma venda para
olhos (pano de preferência escuro).
PROCEDIMENTO:
O facilitador solicita que todos fiquem de pé, livres, soltos, sem nada
nas mãos. Solicita um voluntário que será vendado e prossegue com
as orientações:
1- Eu vou colocar uma música e vocês deverão dançar de mãos
dadas em Círculo ao som da música.
2- A pessoa vendada ficará no centro do Círculo.
3- Quando eu parar a música, a pessoa que está no centro do
Círculo apontará para uma pessoa e irá na direção desta.
Chegando próximo dirá: “Olá Meu Bichinho!”.
4- A pessoa escolhida deverá então imitar o som de um animal
(latir, miar, coaxar, etc.)
5- A pessoa vendada deverá adivinhar quem é a pessoa que está
imitando o bichinho, dizendo seu nome.
6- Serão dadas três chances. Caso a pessoa não acerte,
continuará no centro do Círculo e outra música é colocada e a
brincadeira prossegue.
7- Caso acerte, a pessoa que foi o “bichinho” será vendada e irá
para o centro do Círculo, e a brincadeira prossegue.
78
HISTÓRIAS
E
TEXTOS
Para
Reflexão
79
As mãos de Deus
Um observador do mundo disse:
Quando observo o campo sem arar, quando as terras para
lavoura estão esquecidas, quando vejo a terra ressequida e
abandonada me pergunto: Onde estão as mãos de Deus?
Quando observo a injustiça, a corrupção, a exploração dos
fracos; quando vejo o prepotente avarento enriquecer-se da
exploração do ignorante e pobre, do trabalhador e do homem
do campo, me pergunto: Onde estão as mãos de Deus?
Quando contemplo uma anciã no asilo esquecida e
abandonada pela família, me pergunto: Onde estão as mãos
de Deus?
Quando observo um jovem, antes forte e decidido, agora
embrutecido pela droga e álcool; quando vejo o que antes era
uma inteligência brilhante, reduzida agora somente a farrapos
sem rumo nem destino, me pergunto: Onde estão as mãos de
Deus?
Quando a mocinha ainda inocente que deveria sonhar e ter
fantasias, para sobreviver pinta o rosto, encurta o vestido e
sai a vender seu corpo, me pergunto: Onde estão as mãos de
Deus?
Quando aquele pequeno menino, as três da madrugada me
oferece um jornal, e contemplo sua miserável caixinha de
doces sem vender; quando o vejo dormir na porta dos bares,
tiritando de frio com alguns jornais que cobrem o seu corpo;
quando seu olhar me reclama uma carícia, quando o vejo
vagar sem esperanças pela rua, me pergunto: Onde estão as
mãos de Deus?
80
Quando vejo os povos e raças entregues às lutas e à
violência, pior que os animais selvagens, me pergunto: Onde
estão as mãos de Deus?
E me dirijo a Deus e Lhe pergunto: Onde estão Suas mãos
Senhor? Onde estão Suas mãos para lutar pela justiça, para
dar carícia, um consolo ao abandonado; para resgatar a
juventude das drogas; dar amor e ternura aos esquecidos,
unir esses povos divergentes e acabar com essas guerras e
horrores?
Depois de um longo silêncio, escutei Sua voz que exclamou:
“Tu não te dás conta de que Tu és Minhas mãos? Use-as
para o que foram feitas.”
E então compreendi que as mãos de Deus somos nós, “Tu e
Eu”, os que temos a vontade, o conhecimento e a coragem
de lutar por um mundo mais humano e justo; aqueles cujos
ideais não permitem que permaneçam omissos e negligentes,
aqueles que desafiando a dor, a crítica, a apatia, a
incompreensão e a ignorância, se esforçam e se empenham
para ser as mãos de Deus.
O mundo necessita dessas mãos, mãos cheias de ideais e
estrelas, cuja obra magna seja contribuir dia e dia, durante
toda sua vida, para forjar uma civilização que busque valores
superiores; mãos que compartilhem generosamente as
bênçãos que Deus nos oferece. E assim, ao chegar ao fim de
suas vidas terrenas, essas mãos possam estar vazias,
porque entregaram, com amor, tudo para o qual foram
criadas.
E Deus, certamente dirá: “Essas são as Minhas mãos!”
81
SOBRE OS AMIGOS
Não ande à procura de amigos que não tenham defeitos, porque então
ficará a vida inteira sem amigos.
Mas não procure os defeitos nos seus amigos, porque então aos
poucos, os seus amigos irão deixando-o, e assim acabará ficando
sozinho.
Não ame os seus amigos só porque não têm defeitos; ame-os, apesar
dos seus defeitos; e se quiser, ame-os precisamente por causa de
seus defeitos, pois o fato de terem defeitos quer dizer que são mais
humanos.
Não pretenda exigir que seus amigos sejam melhores que você; se de
certo o forem, seja grato e aproveite seus exemplos; se não o forem,
respeite-os e ofereça-lhes sua ajuda para que melhorem; mas com
paciência, com compreensão, com bondade, com o máximo respeito
pela personalidade deles.
Não pretenda mudar seus amigos; deixe-os que sejam como Deus os
fez; não se preocupe se você não é como eles. Você também tem o
direito de ser como Deus o fez.
Seu grupo de amigos é algo que deve ser conservado, porque você e
eles precisam dele.
Afonso Milagro
82
DIALOGAR É DESCOBRIR
Quanto mais avançarmos na descoberta dos outros, tanto mais
substituiremos as tensões por laços de amizade e paz.
Através do diálogo aprendemos a respeitar a pessoa humana, seus
valores, sua cultura, sua autonomia legítima, sua autodeterminação.
Através do diálogo aprendemos a olhar para além de nós mesmos, a
fim de compreender e valorizar o que há de bom nos outros.
Através do diálogo aprendemos a contribuir para um desenvolvimento
e um crescimento justos.
Através do diálogo aprendemos a transformar a solidariedade em
característica permanente do mundo em que vivemos.
Através do diálogo aprendemos a fazer da amizade um valor sem
fronteiras.
Autor Desconhecido
83
A FORÇA DA UNIÃO
Só a união faz a força – sinto muito, mas as verdades banais de todos
os tempos são verdadeiras – seria bom se a gente tentasse fazer o
que elas sugerem, em vez de, críticos e céticos e pessimistas,
encolhermos os ombros e deixarmos que a espécie continue, cega,
caminhando em velocidade acelerada para o buraco negro da
aniquilação.
Nunca se pôde dizer, como hoje: ou nos salvamos – todos juntos – ou
nos danaremos – todos juntos.
J. A. Gaiarsa
84
A Estação
“Escondida dentro de nós, há uma visão ideal
daquilo que queremos alcançar”.
Estamos viajando de trem. Pela janela, absorvemos
as cenas que passam, de crianças acenando numa
encruzilhada, gado pastando num morro distante,
fileiras de plantações, campinas e vales, montanhas e
colinas rolando no horizonte, silhuetas de cidades.
Mas acima de tudo, em nossa mente, está o destino
final. Algum dia desceremos numa estação, onde
bandas de música e bandeiras desfraldadas nos
esperam. Ao che gar lá, nossos sonhos se realizarão e as
peças de nossa vida se encaixarão, completando o
quebra-cabeça. Inquietos, andamos pelo corredor,
contando os minutos, esperando, esperando, esperando
chegar à estação.
“Quando chegar a estação, tudo vai acontecer!”,
pensamos. “Quando eu fizer 18 anos”. “Quando eu
passar no vestibular”. “Quando terminar a
universidade”.“Quando eu comprar um carro”.“Quando
aparecer aquela pessoa especial em minha vida”.
“Quando eu me casar” “Quando meu filho caçula
acabar a faculdade”.“Quando terminar de pagar as
prestações da casa”.“Quando eu for
promovido”.“Quando me aposentar”.“Quando...” “Ai
serei feliz”.“Ai poderei servir...”
Mais cedo ou mais tarde, descobrimos que não
existe estação, não existe lugar de chegada onde
encontraremos o nosso ideal. A verdadeira alegria da
vida é a viagem. A estação é um sonho que cada vez se
distancia mais de nós.
85
“Aproveite o momento” é um bom dito,
principalmente quando associado ao salmo “Pois as
tuas prescrições são as minhas delícias.”
Não são as dificuldades de hoje que preocupam os
homens; são os remorsos do passado e os medos do
futuro. Remorso e medo são ladrões gêmeos que nos
roubam o presente.
Pare de andar para lá e para cá no corredor do
trem, contando os minutos. Em vez disso, escale mais
montanhas, tome mais sorvete, ande mais descalço,
nade em mais rios, veja mais o pôr do sol, ria mais,
chore menos, faça muitos amigos, ame as pessoas, e,
principalmente, cuide de sua vida espiritual e sirva. A
vida deve ser vivida enquanto vivemos. A estação final
logo chegará...”
“Queridos amigos: os dias passam rapidamente como o
cintilar de uma estrela. Deixem sua marca agora, neste
momento crítico de mudanças, cujo igual jamais retornará.
Deixem sua marca em atos que lhes assegurem as bênçãos
celestiais – garantam para vocês, para a raça humana inteira,
um futuro além de qualquer estimativa terrena.”
A Casa Universal de Justiça _ Ridván 156 / Abril 1999
86
PACIÊNCIA
Esta é a história de um rapaz que tinha um gênio muito difícil. Seu pai
lhe deu uma bolsa de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a
paciência, deveria pregar um prego detrás da porta.
No primeiro dia, o rapaz cravou 37 pregos detrás da porta. As
semanas se seguiram e, a medida que ele aprendia a controlar seu
gênio, cravava cada vez menos pregos atrás da porta.
Por fim descobriu que era mais fácil controlar-se que cravar pregos
atrás da porta.
Chegou o dia em que ele pôde controlar-se durante todo o dia.
Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego
cada vez que conseguisse controlar sua raiva e impaciência.
Os dias se passaram e o jovem pôde finalmente anunciar a seu pai
que não restavam mais pregos para retirar da porta.
Seu pai o tomou pela mão e o levou até a porta.
Seu pai lhe disse: “Você trabalhou muito duro, meu filho. Porém, olhe
todos esses buracos na porta. Ela nunca mais será a mesma.
Cada vez que você perde a paciência, deixa cicatrizes exatamente
como as que você poder ver na porta.”
Você pode insultar a alguém e depois retirar o que disse, porém, o
modo com você falou deixa cicatrizes que perduram para sempre.
Uma ofensa verbal é tão daninha como uma ofensa física.
Os amigos são jóias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir
adiante. Nos escutam com atenção, e sempre estão prestes a abrirnos
seu coração.
“O sábio não diz tudo o que sabe, e o ignorante não sabe o que diz.”
Provérbio chinês
87
SE EU FOSSE CRIAR MEU FILHO DE NOVO
Se eu fosse criar meu filho de novo,
Faria mais pintura a dedo, em vez de apontar o
dedo,
Seria menos corretivo e mais conectivo.
Olharia menos o relógio, e mais para ele.
Cuidaria menos de aprender, e aprenderia a cuidar
mais dele.
Faria caminhadas, soltaria pipas.
Pararia de brincar de sério para brincar a sério.
Correria mais pelos campos e contemplaria mais
estrelas.
Daria mais abraços e menos broncas.
Construiria a auto-estima primeiro, e a casa
depois.
Seria menos firme, e muito mais afirmativo.
Ensinaria menos sobre o amor ao poder,
E mais sobre o poder do amor.
Diane Loomans
88
DE GRAÇA
O garotinho entregou à mãe uma folha de papel, com a seguinte
relação:
Cortei a grama R$ 5,00
Arrumei meu quarto ontem R$ 2,00
Fui ao supermercado para você R$ 7,00
Tomei conta do meu irmão R$ 3,00
Levei o lixo para fora R$ 5,00
Notas boas no boletim R$ 10,00
Varri o quintal R$ 2,00
Total a receber R$ 34,00
A mãe fitou o menino, pegou uma caneta e escreveu no verso da
folha:
Carreguei você durante nove meses
dentro de mim De graça
Consolei, cuidei e rezei por você De graça
Lágrimas derramadas por você em
todos esses anos De Graça
Noites em claro e preocupações
passadas, presentes e futuras De graça
Brinquedos, roupas, banhos e
assoar o seu nariz De graça
Somando tudo, o custo total do amor é De graça
Quando o menino terminou de ler a resposta da mãe, seus olhos
se encheram de lágrimas. Levantou o rosto e disse:
- Mamãe, eu te amo muito – e, pegando a caneta, escreveu ao
lado da lista: TOTALMENTE PAGO.
M.Adams
89
O EXEMPLO
Num dia de sol, meu amigo Bobby, pai orgulhoso
de dois filhos, levou os meninos para jogar
minigolfe. Chegando à bilheteria, perguntou:
- Quanto custa a entrada?
- Três dólares para você e três dólares para
crianças acima de seis anos. Abaixo de seis anos,
é grátis. Quantos anos eles têm?
Bobby respondeu:
- O engenheiro aqui tem 3 anos, e o médico tem 7,
portanto são seis dólares.
- Ei, você ganhou na loteria? Poderia ter
economizado três dólares. Era só me dizer que o
mais velho tem 6 anos. Eu nunca saberia – disse o
rapaz da bilheteria.
- É verdade, mas eles saberiam – disse meu amigo.
“Nenhum legado é tão valioso quanto a
honestidade.”
William Shakespeare
90
VOCÊ É UMA MARAVILHA
Cada segundo que vivemos é um momento novo e
único no universo, que nunca mais voltará a ser...
E o que passamos a maior parte do tempo
ensinando às crianças? Que dois e dois são quatro
e Paris é a capital da França.
Mas deveríamos dizer a qualquer criança: Sabe o
que você é? Você é uma maravilha. Você é única.
Em todos os séculos que já se passaram, nunca
existiu alguém como você. Seus braços, suas
pernas, seus olhos, seus dedos ágeis, seu jeito de
andar, são só seus.
Você é uma mina rica em jóias preciosas pois
dentro de você Deus colocou a essência de Sua
Luz.
Você tem capacidade para qualquer realização.
Você pode ser uma luz na história da humanidade
e certamente, nunca vai querer prejudicar alguém
que, como você, é uma maravilha.
Temos que trabalhar para fazer o mundo digno das
crianças.
Autor Desconhecido
91
AGORA GOSTO MAIS DE MIM
Senti um grande alívio quando comecei a
entender que a necessidade dos jovens vai além
da simples matéria de colégio.
Sei matemática bem, e ensino bem. Pensava
que isso bastava. Porém, agora ensino crianças e
não matemática. Aceito o fato de que só posso ter
sucesso parcial com alguns. Quando não preciso
saber todas as respostas, tenho mais respostas do
que quando tentava ser o matemático infalível, o
professor “sabe-tudo”.
O jovem que me levou a perceber isso foi
Eddie. Uma vez perguntei ao que ele atribuía o fato
de estar tão melhor na matéria do que no ano
anterior e sua resposta deu sentido à minha nova
orientação. “É porque agora gosto mais de mim
quando estou com você”, ele disse.
Um professor, citado por Everett Shostrom
“Uma vez que a auto-imagem de uma criança começa a se
desenvolver, observamos ganhos significativos em diversas
áreas mas, ainda mais importante, vemos a criança começar a
aproveitar a vida.”
Wayne Dyer
92
AMOR: A ÚNICA FORÇA CRIATIVA
Um professor universitário levou seus alunos de
sociologia a uma favela de Baltimore para recolher
depoimentos de 200 meninos. Depois da visita, os estudantes
deveriam fazer um prognóstico do futuro de cada menino.
Todos os casos foram julgados “sem chance”.
Vinte e cinco anos depois, outro professor de sociologia
leu os resultados desse estudo e propôs que seus alunos
fizessem um levantamento do que havia acontecido com
aquelas crianças. À exceção de 20 meninos, que tinham
morrido ou se mudado para outra cidade, os estudantes
descobriram que, entre os 180 restantes, 176 obtiveram
sucesso acima da média como advogados, médicos e
comerciantes.
O professor ficou muito surpreso e decidiu se aprofundar
nesse estudo. Por sorte, todos moravam nas redondezas e
ele pôde perguntar a cada um deles: “A que você atribui seu
sucesso?” Todos responderam: “Tive uma professora...”
O pesquisador descobriu que a professora ainda vivia e
foi perguntar à já idosa, mas ainda vivaz senhora, que
fórmula mágica ela havia usado para seus alunos
conseguirem sair da favela e ter uma vida melhor.
A velha senhora sorriu, e disse: “É muito simples. Eu dei
amor aos meninos.”
Eric Butterworth
93
No dia de Ação de Graças, o editorial do jornal falava de uma
professora que tinha pedido à turma do primeiro ano para desenhar
alguma coisa pela qual davam graças. Ao mesmo tempo, ela pensava
em quão pouco aquelas crianças de um bairro pobre tinham para
agradecer. Sabia que a maior parte desenharia perus ou outras
comidas na mesa. Qual não foi sua surpresa quando Douglas
entregou... o contorno de uma simples mão.
E de quem era a mão? A classe ficou cativada pelo enigma da
imagem.
- Acho que é a mão de Deus que nos dá comida – disse uma
criança.
- Deve ser a mão de um fazendeiro – disse outro – porque cria
os perus e galinhas.
Finalmente, quando todos estavam entretidos com outra tarefa, a
professora se aproximou de Douglas e perguntou de quem era a mão.
- É a sua professora – ele murmurou.
Ela se lembrou então de quantas vezes, no recreio, tinha levado
Douglas, um menino raquítico e desamparado, pela mão. Fazia o
mesmo com outras crianças, mas significava muito para Douglas...
Talvez todos devessem dar graças, não pelos bens materiais
que nos são dados, mas pela oportunidade, ainda que pequena, de
dar a outros.
Fonte Desconhecida
94
Ser jovem
A juventude não é um período da vida; ela é um estado de
espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação, uma
intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto
da aventura sobre o amor ao comodismo.
Não é por termos vivido um certo número de anos que
envelhecemos... envelhecemos porque abandonamos o nosso ideal.
Os anos enrugam o rosto; renunciar ao ideal, enruga a alma. As
preocupações, as dúvidas, os temores, os desesperos, são inimigos
que lentamente nos inclinam para a terra e nos tornam pó antes da
morte.
Jovem é aquele que se admira, que se maravilha e pergunta,
como a criança insaciável: “E depois?” Que desafia os acontecimentos
e encontra alegria no jogo da vida.
És tão jovem quanto a tua fé. Tão jovem quanto a tua confiança
em ti e em tua esperança. Tão velho quanto o teu desânimo.
Serás jovem enquanto te conservares receptivo ao que é belo,
bom e grandioso. Receptivo às mensagens da natureza, do homem,
do Infinito.
E se um dia teu coração for atacado pelo pessimismo e corroído
pelo cinismo, que Deus, então, se compadeça de tua alma de velho.
95
Comece por você mesmo...
Quando eu era jovem e livre e minha imaginação
não tinha limites, sonhava em mudar o mundo.
Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri
que não conseguiria mudar o mundo todo. Então
restringi um pouco mais minhas ambições e resolvi
mudar apenas meu país.
Mas o país também parecia imutável.
No ocaso da vida, numa última e desesperada
tentativa, quis mudar pelo menos minha família,
aqueles mais próximos a mim, mas eles não se
interessaram nem um pouco.
Em meu leito de morte, descobri enfim: se eu
tivesse começado por mudar a mim mesmo, meu
exemplo poderia mudar minha família.
Com a transformação de minha família, através de
seu exemplo e estímulo, eu teria sido capaz de
melhorar meu país e, quem sabe, de mudar o mundo.
Anônimo
96
VALE A PENA TENTAR...
Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo
passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorálos.
Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a
ajudá-lo.
O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar
em outro lugar.
Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que
pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do
mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários
pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho
dizendo:
Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para
consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo
bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o
mapa.
Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente.
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível
na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto.
Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de
que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o
mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos
devidos lugares.
Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o
papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de
um homem.
Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas
não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e
comecei a consertar o homem que eu sabia como era.
Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia
consertado o mundo!
97
O JOVEM LENHADOR:
Havia um jovem lenhador, cheio de vitalidade e motivação.
Em seu primeiro dia de trabalho, entusiasmou-se muito, pois havia
derrubado 104 árvores. Vinte a mais do que a média de outros
lenhadores. No dia seguinte, fez 101 árvores tombarem, no outro 97. E
assim, dia após dia, seu esforço foi aumentando e a produtividade
caindo cada vez mais.
Ao décimo dia, contou, muito cansado, 79 árvores no chão.
Parou e foi pedir ajuda. E ela veio. O mais experiente dos
lenhadores ensinou:
- “Sua dedicação é maravilhosa e surpreendente, mas
quantas vezes você parou para afiar o machado?”
98
A MAIS BELA CASA DO MUNDO:
Uma vez havia um homem que estava ocupado
construindo sua casa. Queria que fosse a casa mais bela, cálida e
confortável no mundo.
Alguém veio lhe pedir ajuda porque o mundo estava
incendiando-se. Porém, ele somente tinha interesse em sua casa, não
no mundo.
Quando finalmente terminou de construir sua casa,
descobriu que não tinha um planeta onde colocá-la.
O Báb disse:
“Se uma pequenina formiga desejasse, neste dia,
possuir tal poder que a capacitasse a desvendar as
passagens mais abstratas e complexas do Corão, seu desejo,
sem dúvida, seria satisfeito, já que o mistério do poder eterno
vibra dentro do mais íntimo ser de todas as coisas criadas. –
Se tão imponente criatura pode se dotada de uma
capacidade tão sutil, quanto mais eficaz não deve ser o poder
libertado através das generosas efusões da graça de
Bahá’u’lláh.
99
AS CAIXAS DE DEUS
Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu. Uma é
cinza e a outra dourada. Ele me disse, “coloque todas os teus
sofrimentos e dores na cinza, e todas as tuas alegrias na dourada”.
Eu obedeci o que Ele me disse e as minhas alegrias e tristezas
guardei em caixas separadas.
Porém, a dourada, a cada dia foi ficando mais pesada e a cinza
continuava tão leve quanto antes.
Com curiosidade abri a caixa cinza para saber porque continuava tão
leve e descobri, no fundo da caixa, um buraco pelo qual haviam caído
todas as minhas tristezas. Mostrei a Deus o buraco na caixa e refleti
em voz alta: “Estou me perguntando onde estarão as minhas
dores?...:”
Ele me sorriu, “filho meu, todas as tuas dores e tristeza estão comigo”.
Então lhe perguntei: “Senhor porque me destes duas caixas, uma
dourada, e uma cinza, com um buraco?”
“Filho meu, a dourada é para que você possa contar tuas bênçãos, e a
cinza para que esqueças tuas dores”.
100
AVALIANDO...
Leia cada item abaixo.
Preencha o quadrinho da esquerda, se considerar um de seus pontos
fortes.
Preencha o quadrinho da direita, se considerar que esse item precisa
ser fortalecido na sua atuação como Facilitador.
Ponto Forte Preciso Fortalecer
Conhecer adequadamente os textos do Livros 1
Conhecer adequadamente os textos do Livro 2
Conhecer adequadamente os textos do Livro 3
Conhecer adequadamente os textos do Livro 6
Formar um Círculo de Estudo
Manter um Círculo de Estudo funcionando
Criar um ambiente de amor no Círculo
Criar um ambiente de disciplina espiritual no Círculo
Seguir a metodologia corretamente
Relacionar-se bem com os participantes do Círculo
101
Ponto Forte Preciso Fortalecer
Ter iniciativa
Consultar
Controlar suas próprias explicações para deixar os
participantes chegar a conclusões por si próprios
Formular perguntas adicionais que estimulam reflexão por
parte dos participantes
Memorizar textos
Estimular e auxiliar o grupo nas memorizações
Motivar a participação de pessoas tímidas
Manejar a situação quando há pessoas dominantes
Lidar com diferenças de habilidades dos participantes
Estimular os alunos a praticar atos de serviço coletiva e
individualmente
102
Ponto Forte Preciso Fortalecer
Utilizar dinâmicas para integração, descontração e para
fixar o conteúdo aprendido.
Estar atento e identificar os talentos e habilidades de cada
participante para estimulá-los a realizar atos de serviço
Manter as fichas dos alunos em ordem e atualizadas
Colaborar estreitamente com o Grupo Coordenador do
Instituto
Participar de reciclagens e novos treinamentos para
aperfeiçoamento de seu desempenho
Estudar as orientações do Centro Mundial sobre o
desenvolvimento do processo de instituto
Fazer auto avaliações regulares de seu desempenho como
facilitador
Fazer avaliações regulares sobre o progresso do Círculo de
Estudo
Ser criativo e não cair na rotina
Ser justo; tratar a todos igualmente
103
Ponto Forte Preciso Fortalecer
Ser amável
Ser alegre / radiante
Ser responsável
Ser pontual
Ser paciente
Ser regular
Ser humilde (não superior)
Ser flexível / tolerante
Ser organizado
Ser dinâmico / entusiástico
Ser comprometido
Ser constante / perseverante
104
105
“A melhora do mundo pode ser realizada através de
ações puras e boas, de conduta louvável e digna”.
Ações que não contribuem para
a melhora do mundo
Ações que contribuem para a
melhora do mundo